❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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quinta-feira, 22 de julho de 2021

LAR DA MINH'ALMA




Em teus braços

Encontro o lar da minh'alma

Amor que transcende.



Cléia Fialho

quarta-feira, 21 de julho de 2021

SOMOS VERSOS E RÍTMOS



terça-feira, 20 de julho de 2021

A LUXÚRIA QUE FLUI




Uma ciranda de luxúria
Seduzindo corações em fúria
Onde desejos dançam à luz do luar
Na noite, o desejo ousa se revelar.
 
Cada passo é um convite à tentação
Numa dança que desperta a paixão
Olhares são fogo que arde sem fim
Luxúria se tece num ritmo sem fim.
 
Vestidos de seda e olhares ardentes
Segredos sussurrados eminentes
Nessa ciranda proibida de prazer
E a noite nos deixa enlouquecer.
 
Ciranda de luxúria um esplendor
Uma dança dos desejos sem temor
Os corações se entregam ao pecado
Os anseios mais profundos revelados.
 
A paixão, fogo que queima e consome
Conexão é onde resoa o nosso nome.



Cléia Fialho

segunda-feira, 19 de julho de 2021

FEL OU MEL




Nos raios dourados do entardecer
A saudade se faz presente, a nos envolver
É a lembrança suave que acalenta a alma.

E nos faz reviver momentos com calma
Saudades são as estrelas que brilham no céu
Guiando pensamentos, com fel ou mel.

É o abraço ausente, que aperta o coração

E nos leva de volta àquela situação.



Cléia Fialho

domingo, 18 de julho de 2021

POESIA MALUCA




Na praia do céu, um espelho se quebra
Peixes de palha flutuam no ar
A lua gargalha, de dentro da névoa
E o gato faz versos que o tempo vai tocar.

As nuvens são feitas de açúcar e limonada
Ventos sussurram segredos de conchas mágicas
As estrelas cantam canções de lã tricotada
Rios de fogo fluem como enigmás rimadas.

Os relógios derretem como gelo em um forno
O tempo dança um tango de cores incertas
Jardim dos espelhos, um unicórnio é suborno
A refletir sonhos e realidades desertas.

A cidade é um labirinto de sombras distorcidas
Onde portas levam a lugares inatingíveis
A mente flutua em águas nunca antes vistas
Enquanto o surrealismo tece sonhos incríveis.

Num mundo onde o absurdo e o lúdico se faz
A poesia maluca dança em sua própria canção
Um espelho quebrado, a realidade se desfaz
E na imaginação, encontramos a nossa visão.



Cléia Fialho

sábado, 17 de julho de 2021

A ESSÊNCIA DA EMOÇÃO




Saudade é o fio que entrelaça nossas vidas
Unindo passado e presente, tece histórias infinitas
As lembranças são tesouros a serem guardados.

Encontrar conforto quando estamos cansados
A saudade é a luz que ilumina nosso caminhar
Um sentimento intenso, difícil de explicar.

Saudade contém a essência da emoção

Contrói memórias eternas, cheias de comoção.



Cléia Fialho

sexta-feira, 16 de julho de 2021

MEU JEITO INERENTE




Lanço mão no papel
Tal como quadro e pincel
Minhas lascivas escritas
 Minh'alma inquieta levita.

Retrata translúcido viver
Reflete intenso prazer
A cada estrofe dos versos
 Viço explícito imerso

Um toque sutil delicado
Poemas uns tão ousados
Rimas deveras fogosas
 Trovas demais buliçosas.

Enfim, o que fica marcado
Como no corpo tatuado
É mesmo o meu jeito inerente
 A luxúria sempre imanente.



Cléia Fialho

quinta-feira, 15 de julho de 2021

NO ÁPICE DO DESEJO




Muito do que meu desejo quer
Está no brilho do seu olhar
Em cada trejeito qualquer 

É uma forma de me provocar
Seus lábios que pedem beijos
Sua pele macia que convida ao toque

São tentações indubitáveis de almejos
Tanto prazer, entorpeço, entrechoque
Seu corpo me chama, eu não nego

Que desperta em mim tanta paixão
E no ápice do desejo, eu me entrego
Sem pudor, vulgar, fugaz, sem restrição.
 
És a personificação do meu querer
Retino suado deleite do meu prazer
Teu cerne mais embriaguez vem trazer.



Cléia Fialho

quarta-feira, 14 de julho de 2021

HARMONIA PERFEITA



terça-feira, 13 de julho de 2021

OSÁSIS SERENO

 



No silêncio d'alma, a paz encontra morada
É um oásis sereno em meio à jornada
É a calmaria que acalenta o coração.

E a reconciliação que traz a redenção
Paz é o sorriso que acalma as tormentas
A compreensão que cura as desavenças.

É a união de mãos em gestos de perdão

Transforma conflitos em harmonia e união.



Cléia Fialho

segunda-feira, 12 de julho de 2021

VIDA RENOVADA



domingo, 11 de julho de 2021

O MURMÚRIO DA VIDA



sábado, 10 de julho de 2021

VAI... VEM...




Vai... 
Me pega no teu colo
Me sinta tão leve e delicada
E me leva para o solo
Onde a paixão é a nossa morada.
 
Vem.... 
Me deita no chão
Explora cada centímetro do meu ser
Enquanto nos entregamos ao tesão
Deixamos a nossa libido florescer.
 
Vai... 
Me beija com volúpia e malícia
Sente o gosto do meu sabor
A nossa chama se intensifica
O nosso desejo revela o ardor.
 
Vem... 
Me abraça com força, enrosca
Me faz sentir o teu desejo
O nosso amor se desemboca
Nos leva a um mundo sem pejos.
 
Vai... 
Pois quando tu me decodifica
Traduz minha incógnita com euforia
A nossa loucura se desmistifica
E o amor se torna lírica poesia.



Cléia Fialho

sexta-feira, 9 de julho de 2021

GOZOS SUCESSIVOS




Quando seus prazeres em mim vibram
 Os meus gozos tornam-se sucessivos
 Espasmos e orgasmos em mim gritam
 E o meu corpo ardente fica convulsivo.

 Nossas libidos latejantes se atritam
 Em luxúrias e devaneios tão lascivos
 Quando seus prazeres em mim vibram
 Os meus gozos tornam-se sucessivos.

 Nesse coito nossos sexos se agitam
 E ao sentir-te muito voraz e intrusivo
Vou bebendo do seu gozo impulsivo
 Deleites e desejos em mim palpitam
 Quando seus prazeres em mim vibram.



Cléia Fialho

quinta-feira, 8 de julho de 2021

CONTOS DE FADAS




No palco da vida, atuamos com esperança
Mas às vezes a realidade nos prega uma dança
As promessas desfeitas como fumaça se dissipam
E na desilusão, nossos sonhos se quebram e crispam.

Eram contos de fadas que traçávamos no ar
Nas ilusões se desvanecem, deixando-nos a ponderar
As cores vibrantes desbotam em tons de cinza
Na desilusão, a realidade é mais fria que a brisa.

Corações que antes batiam em compasso harmonioso
Agora se afastam, um desencontro doloroso
Palavras que eram músicas, tornam-se silêncio cortante
Na desilusão, os sentimentos se perdem num instante.

Mas no meio das sombras da desilusão
Uma luzinha de esperança busca a redenção
Pois mesmo em ruínas, algo novo pode florescer
E da desilusão, força e sabedoria podemos colher.

Assim, erguemos a cabeça, apesar do fardo pesado
Na desilusão, encontramos um caminho trilhado
Cicatrizes que nos lembram do que já vivemos
E nesta jornada, novos começos escrevemos.



Cléia Fialho

quarta-feira, 7 de julho de 2021

O AROMA DO PAMPA

 


Nas coxilhas, onde o olhar se perde, 
O vento assovia histórias da querência verde. 
Meu peito se enche de orgulho e paixão
Por esse solo gaúcho que é minha razão.  

No trote do cavalo, o campo me chama
O aroma do pampa é o que mais me inflama
Entre o mugir do gado e o chiar do laço
Sinto a terra pulsar, meu eterno abraço.  

No poncho estendido, carrego o passado
Nos mates trocados, o amor é honrado
A guitarra ponteia canções tão serenas
E a alma gaúcha canta suas cenas.  

Os rios que cortam este chão abençoado
São como veias de um coração sagrado
O sol que despede no céu alaranjado
É testemunha do amor por este rincão amado.  

Oh, terra querida, de tradições infinitas
Teus campos são versos, tuas cores benditas
No minuano que sopra, firme e altaneiro
Ouço teu chamado, meu chão verdadeiro.  

Na dança das festas e nos risos tão francos
Celebramos a vida em compassos tão brancos
Solo gaúcho, meu eterno companheiro
És meu orgulho, meu sonho, meu celeiro.  

E ao cair da noite, sob o céu estrelado
Declaro meu amor, forte e apaixonado
Pois no coração de quem ama este lugar
O solo gaúcho é onde sempre vou ficar.  



Cléia Fialho