❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

ECOS DO CORAÇÃO




No silêncio a poesia vem
Traz reflexões que vão além
Palavras soltas pelo ar
Fazem a alma despertar.

Nos versos, ecos do coração
Segredos ditos sem razão
Cada rima traz sentido
Um sentimento renascido.

A poesia é um olhar profundo
Um jeito de entender o mundo
Um convite pra pensar
E novos sonhos revelar.

Então permita-se sentir
Deixe os versos te seguir
Nas palavras há um mar
Onde a vida vai brilhar.



Cléia Fialho

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

A PELE EM ÊXTASE




No jogo dos corpos em fogo e chamas
O caprichoso esquema se revela
Em meio às sombras, risos e melodias
 
Unem-se formas vivas, entre ramas
A pele em êxtase, arde em sinfonia
Em sôfregos suores o corpo pulsa
 
Gemidos e suspiros em sintonia
Prazer expande em gestos convulsa.



Cléia Fialho

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

A CONDIÇÃO MAIS DURA



terça-feira, 18 de janeiro de 2022

UM PARADOXO SE ESCONDE




Entre prantos e risos, o coração vem e se revela
A'lma floresce, ela cresce, melancólica e bela
Então a cada palavreado o vil espírito confessa
Um paradoxo se esconde, nó triste pregressa.
 
Nas entrelinhas, a dor encontra a sua morada
Enquanto a vagueza conflita em toda jornada
O sorriso e o choro se entrelaçam num papel
Emaranhado, regados de sentimentos em fel.
 
A vida e a lida é como um riacho gélido a correr
Transborda de emoções, nunca para de'smorrer
Um fluxo constante de ilusão errônea e saudade
Mescladas matizes pálidas da eterna dualidade.
 
No ilusivo olhar de poeta, o mundo todo se traduz
Versos líricos, sombrios, menestréis, e a sua cruz
Um oceano de palavras fictícias, é um mar revolto
Ondas gigantes de absortos e agruras, vão absolto.
 
E assim, no pávido eterno dos paradoxos inversos
A vida tece em finos fios soltos, frouxos e emersos
Uma crua e real cadência fustigada d'alma e mente
Onde o tédio e a mesmice se enlaçam ferozmente.
 
E que a poesia falada ou escrita siga seu curso
Nos levando além, ao mais desmedido decurso
Amargoso paradoxo, trevas e luz que assombra
Balsâmica essência, olência, ensombra, e'nxombra.



Cléia Fialho

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

VIDA EM ABUNDÂNCIA




Nas asas do vento, a vida a brilhar
O sol no céu vem cores pintar
As flores se abrem, perfume no ar
A terra sorrindo, a nos encantar.

Os rios deslizam em pura leveza
Refletem o céu com rara beleza
Nas altas montanhas, silêncio e poesia
Nas verdes florestas, mistério e magia.

A natureza é um grande tesouro
Brilha no tempo, reluz como ouro
Cabe a nós cuidar com carinho e verdade
Pra que sua luz dure toda a eternidade.




Cléia Fialho

domingo, 16 de janeiro de 2022

A FELICIDADE É UMA CANÇÃO




Nos campos dourados, o sol a brilhar
A brisa embala risos no ar
Flores se abrem, cores a pintar
Crianças brincam, sem parar.

O riso é música, doce canção
Ecoa feliz no coração
Abraços quentes, sorrisos no olhar
A alegria vem nos unir e dançar.

À noite, a lua sorri lá no céu
Brilha serena, num toque fiel
A alegria é luz, não tem fim
Tesouro que brilha dentro de mim.

Então, celebremos com emoção
Que a vida pulse em cada estação
Dançar, sorrir, sentir sem demora
A felicidade vive agora!




Cléia Fialho

sábado, 15 de janeiro de 2022

NOS OLHOS AMIGOS




sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

TRANSCENDER É A BUSCA INCESSANTE



quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

CINTILAÇÃO DA ESPERANÇA



quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

BRINCADEIRAS INOCENTES



terça-feira, 11 de janeiro de 2022

ME ENGULA E TRAGA




Me coma e sacia a fome
 
Degusta com gula
 
Embriaga, me engula e traga.



Cléia Fialho

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

EU QUERO COM CERTEZA!



domingo, 9 de janeiro de 2022

MEU RINCÃO QUERIDO




No rincão deste solo sulino
Onde o vento entoa um canto divino
A pampa se estende, verde a brilhar
Sob o céu que as estrelas vem iluminar.
 
Nas noites tranquilas, o mate aconchega
Na roda de amigos, a alegria navega
O cheiro do assado envolve o rincão
E a gaita traz vida ao peito e ao chão.
 
Nos campos, cavalos em livres galope
São filhos do vento, guardiões do trope
O gaúcho, altivo, no couro e arreio
É força e coragem, paixão sem receio.
 
No ocaso, o sol vai tingindo o poente
Com cores que encantam e tocam a gente
A lua, serena, no céu se revela
E a pampa repousa sob sua sentinela.
 
Em cada rancho, histórias se erguem
Tradições que o tempo jamais consegue
Meu rincão, memória e orgulho guardado
Por teus campos vive o meu legado.
 
Meu Rio Grande, rincão de esplendor
És canto de alma, és berço de amor
Na vida campeira, tão simples e pura
Encontro o sentido de minha cultura.



Cléia Fialho

sábado, 8 de janeiro de 2022

HISTÓRIAS E LUTAS



Meu Rio Grande, chão de valor
História e luta, coragem e ardor
Nos campos verdes, a vida a brotar
Tradição que o tempo não vai apagar.

Ao som da gaita, o povo se anima
Na dança, nos versos, a alma rima
O Rio Grande, orgulho sem fim
Terra querida, berço pra mim.

Que os campos sigam sempre a florir
E a tradição nunca venha a sumir
Nos corações, tua essência sagrada
Sempre cantada, sempre amada.




Cléia Fialho

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

UMA JORNADA DE CURA




Palavras cortam, promessas se vão,
Sonhos desmoronam sem direção.
O amor que era doce, agora é vazio,
Flores murchando no vento frio.

Sorrisos se perdem, resta o lamento,
O que era abraço, virou esquecimento.
No céu sem brilho, a noite é austera,
O que foi chama, já não espera.

Mas no deserto, renasce a flor,
No fim do amor, há novo vigor.
Que o desamor seja recomeço,
Um passo à frente, um novo começo.



Cléia Fialho

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

BUSCAS CORAJOSAS




Tempestades rugem
ventos a soprar
A alma resiliente
no peito a pulsar
No escuro da noite
estrelas a guiar
Buscas corajosas 
ao longo do andejar.



Cléia Fialho

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

TÔ DE OLHO EM VOCÊ



terça-feira, 4 de janeiro de 2022

A FERA QUE HÁ EM MIM




Não quero-te educado,
 desejo-te ousado,
 mexendo com minha estrutura,
 tocando-me de tal maneira,
 que leve-me à loucura.

 Suscitando-me os sentidos,
 roubando-me os gemidos,
 meus gritos e grunhidos.

 Penetra fundo, me coma...
 possua-me e doma,
 esta fera que há em mim.

 Quero sentir-te completo,
 da cabeça até o fim,
 latejante e ereto,
 mandando muita pressão.

 Lentamente e fugaz,
 metendo com vontade,
 delicado e salaz,
 em bruta intensidade.

 Deixando tudo melado,
 fazendo-me gozar,
 no seu falo tão tarado,
 até eu me acabar!



Cléia Fialho