❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

EM TEU AFLUXO




Hei... meu garanhão
 estou aberta pra te receber
 derretendo de tesão
 molhadinha de prazer
 te vou acavalar
 serei a tua comida.

 Vem me superlotar
 quero ser possuída
 assentar no teu vaivém
 em teu afluxo oscilar
 e dentro permaneça
 até que desvaneça
 teu gozo a me entornar.



Cléia Fialho

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

CARÍCIAS ARDENTES




Nos lábios, a paixão aflora e floresce
Carícias ardentes desvelam desejos
Em cada toque, o êxtase se aquece.
 
Num frenesi de beijos e lampejos
Nesse encontro lascivo de loucos deslizes
O prazer se tece em versos alucinantes.
 
O caprichoso esquema revela os matizes

Do amor que se incendeia entre os amantes.



Cléia Fialho

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

AMASSA E SOVA




Como tua presa
 Me coloca em cima da mesa
 Me come que nem frago assado
 Ou deitada de lado
 Muda a posição
 Me põe de quatro no ato
 E eu empino o bundão

Puxa os meus cabelos
 Te afirma em minhas ancas
 Atende os meus apelos
 Cavalga na tua potranca
 Bate... amassa... sova
 Puxa minhas retrancas
 E goza na minha alcova.



Cléia Fialho

domingo, 23 de janeiro de 2022

O MAR




O mar é um mistério
Que o sol ilumina
Com ondas que cantam
E a espuma se aninha.

Em suas águas profundas
Histórias estão guardadas
Segredos de marinheiros
E de sereias encantadas.

O vento sopra leve
Sobre a praia a cantar
E o mar nos ensina sempre
A nunca parar de amar.



Cléia Fialho

sábado, 22 de janeiro de 2022

A FLOR

 



A flor do jardim
Tão bela e gentil
Desperta no ar
O perfume sutil.

No amanhecer claro
Com cores a brilhar
A flor se abre plena
No calor a dançar.

Seu aroma é um beijo
Que o vento leva ao mar
E no meio do campo
Ela ensina a amar.



Cléia Fialho

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

A PELE EM ÊXTASE




No jogo dos corpos em fogo e chamas
O caprichoso esquema se revela
Em meio às sombras, risos e melodias
 
Unem-se formas vivas, entre ramas
A pele em êxtase, arde em sinfonia
Em sôfregos suores o corpo pulsa
 
Gemidos e suspiros em sintonia
Prazer expande em gestos convulsa.



Cléia Fialho

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

VIDA EM ABUNDÂNCIA




Nas asas do vento, a vida a brilhar
O sol no céu vem cores pintar
As flores se abrem, perfume no ar
A terra sorrindo, a nos encantar.

Os rios deslizam em pura leveza
Refletem o céu com rara beleza
Nas altas montanhas, silêncio e poesia
Nas verdes florestas, mistério e magia.

A natureza é um grande tesouro
Brilha no tempo, reluz como ouro
Cabe a nós cuidar com carinho e verdade
Pra que sua luz dure toda a eternidade.




Cléia Fialho

domingo, 9 de janeiro de 2022

MEU RINCÃO QUERIDO




No rincão deste solo sulino
Onde o vento entoa um canto divino
A pampa se estende, verde a brilhar
Sob o céu que as estrelas vem iluminar.
 
Nas noites tranquilas, o mate aconchega
Na roda de amigos, a alegria navega
O cheiro do assado envolve o rincão
E a gaita traz vida ao peito e ao chão.
 
Nos campos, cavalos em livres galope
São filhos do vento, guardiões do trope
O gaúcho, altivo, no couro e arreio
É força e coragem, paixão sem receio.
 
No ocaso, o sol vai tingindo o poente
Com cores que encantam e tocam a gente
A lua, serena, no céu se revela
E a pampa repousa sob sua sentinela.
 
Em cada rancho, histórias se erguem
Tradições que o tempo jamais consegue
Meu rincão, memória e orgulho guardado
Por teus campos vive o meu legado.
 
Meu Rio Grande, rincão de esplendor
És canto de alma, és berço de amor
Na vida campeira, tão simples e pura
Encontro o sentido de minha cultura.



Cléia Fialho

sábado, 8 de janeiro de 2022

HISTÓRIAS E LUTAS



Meu Rio Grande, chão de valor
História e luta, coragem e ardor
Nos campos verdes, a vida a brotar
Tradição que o tempo não vai apagar.

Ao som da gaita, o povo se anima
Na dança, nos versos, a alma rima
O Rio Grande, orgulho sem fim
Terra querida, berço pra mim.

Que os campos sigam sempre a florir
E a tradição nunca venha a sumir
Nos corações, tua essência sagrada
Sempre cantada, sempre amada.




Cléia Fialho

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

UMA JORNADA DE CURA




Palavras cortam, promessas se vão,
Sonhos desmoronam sem direção.
O amor que era doce, agora é vazio,
Flores murchando no vento frio.

Sorrisos se perdem, resta o lamento,
O que era abraço, virou esquecimento.
No céu sem brilho, a noite é austera,
O que foi chama, já não espera.

Mas no deserto, renasce a flor,
No fim do amor, há novo vigor.
Que o desamor seja recomeço,
Um passo à frente, um novo começo.



Cléia Fialho