❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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sexta-feira, 24 de maio de 2024

CAMA BAGUNÇADA




Na penumbra do quarto, corpos se entrelaçam
Em suspiros e gemidos, o desejo se revela
Cada toque, cada carícia, um convite à entrega
Em um ballet de paixão e amor que não se cala.

Olhares incandescentes se encontram em êxtase
Desnudando segredos e anseios guardados
Em um jogo de prazer e entrega desmedida
A alma se funde em um só suspiro apaixonado.

Entre la cama bagunçada e promessas sussurradas
Duas almas se encontram em um abraço profundo
E no calor do momento, o tempo se suspende
O amor se confessa a cada toque, a cada segundo.



Cléia Fialho

quinta-feira, 23 de maio de 2024

A AURORA SURGE




No ocaso, o Sol se despede em cores
E a Lua surge, em véu de prata e flores
Do dia agitado, da sua leveza tão grande
Noite serena, a alma se acalma e expande.

Do tempo que foi, quimeras se perfazem
Sonhos e desejos, na mente se comprazem
Em lençóis macios, o ser narra sua saga
Ao abraço da noite, a paz se propaga.

No silêncio profundo, a mente vagueia
Em belos sonhos, a alma se enleia
Até que a aurora surge, radiante e bela
E o canto dos pássaros anuncia a nova era.


Cléia Fialho

quarta-feira, 22 de maio de 2024

TRANSIÇÃO SERENA




No ocaso, o sol se rende à lua serena
Da rudeza à leveza, a transição amena.
Desejo ao alcançar, quem sabe, a certeza
O dia abandona, cessando a correnteza.

Na noite mergulhamos, em harmonia fria
Repouso tranquilo que a escuridão anuncia.
O tempo, que outrora se foi, se desfaz
Memórias persistem, tanto boas, e afaz.

Entre travesseiros, cobertas, nos enlaçamos
Durante a noite, suavemente, sonhamos.
Até que, ao despertar, a aurora se refaz
E o canto dos pássaros nos saúda em paz.

Assim o ciclo se renova, alegria no ar
Na voz do dia, a serenata a nos encantar.



Cléia Fialho

domingo, 19 de maio de 2024

A FORÇA QUE NOS MOVE [ RS ]






Sob o céu pesado, onde nuvens derramam pranto,
Nas águas revoltas do Rio Grande, um manto,
De solidão e aflição, se faz presente,
Mas também a bravura de um povo resiliente.

Heróis surgem entre as ondas, nas margens a se unir,
Numa dança de mãos estendidas, prontas para acolher,
Nas ruas alagadas, onde o caos se instala,
Brota a esperança, como uma estrela que não se cala.

Homens e mulheres, crianças a correr,
Em meio à tormenta, o amor a florescer,
A corrente da solidariedade a nos guiar,
Como um farol na escuridão, a nos mostrar o caminhar.

Nas histórias de bravura, que o tempo há de contar,
Estão os laços de fraternidade, prontos a se entrelaçar,
Não há distância, nem fronteiras, que impeçam esse ardor,
Pois somos um só povo, unido em nome do amor.

Que as águas que inundam, não levem nossa fé,
Que a força que nos move, seja a luz que nos protege,
Pois somos heróis anônimos, nesta saga a enfrentar,
As enchentes do Rio Grande, com coragem a superar.


Cléia Fialho

#Liberdade
#Igualdade
#Humanidade

Asas para voar. Motivos para voltar. Raízes para ficar! (DL)
♥️ MeuRioGrandeDoSul ♥️

sábado, 18 de maio de 2024

ARDENTE E SEDUTOR





No encontro de olhares cúmplices
Desperta-se a chama da paixão
Em um balé de toques e suspiros
Desabrocha a doce tentação.

Lábios que se buscam famintos
Em um beijo ardente e sedutor
Onde o desejo se revela intenso
Em um momento de puro fervor.

Corpos entrelaçados em êxtase,
Em uma dança de prazer sem fim
Onde a entrega se torna sublime
E o teu se deságua dentro de mim.



Cléia Fialho

sexta-feira, 17 de maio de 2024

ÍNTIMO SUSPIRO





No toque suave da pele macia
Desperta-se a chama da paixão
Em um jogo de olhares e carícias
Explode a doce sensação.

Corpos que se entrelaçam
Em dança de prazer e calor
Onde o desejo se desabrocha
Em versos de puro ardor.

Sussurros que ecoam na noite
Guiando os amantes ao delírio
Em um enlace de pura entrega
Revela-se o mais íntimo suspiro.


Cléia Fialho

quinta-feira, 16 de maio de 2024

CANÇÃO DA VIDA




Nos acordes efêmeros do amanhecer
Viver é verso que o tempo faz tecer
Entre risos e lágrimas a correr
A vida é a lição, incessante aprender
No destino, a jornada ascender

Nas vias tortuosas da existência
Viver é arte de plena resistência
Inter utopias e realidade, a vivência
Uma busca constante da essência.

Passos são notas a movimentar

A canção da vida, tempo a tramar.



Cléia Fialho

quarta-feira, 15 de maio de 2024

VERSOS DE PAIXÃO




Navegamos parreiras de desejos, mares de vinhas
Prazer que se esconde onde o amor se aninha
A lua, confidente, no céu a testemunhar

Querer que transcende, no espaço a pairar
Desenhando constelações, esboço de prazer
Somos poetas do êxtase, a nos perder

Prazer, um poema em cada arrepio sentido

Versos de paixão, folhas abertas, debruçadas no infinito.



Cléia Fialho

segunda-feira, 13 de maio de 2024

AZUL-CELESTE




No manto azul do céu, universo brilha
Esplendor cósmico, vasto e sem igual
O luar sereno, entre a noite se aninha
Nas asas do tempo, desliza celestial.

No azul profundo, cada estrela cintila
Ecos misteriosos que o cosmos encerra
Enquanto a lua, em seu ciclo, desfila
Guardiã silente da noite que impera.

Lua, astro luminoso, no azul-celeste
É testemunha eterna do nosso viver
Em teu luar, em segredos te reveste.

E neste belo palco que não tem fim
O universo dança, baila sem se deter
Espetáculo divino, trono de querubim.


Cléia Fialho

domingo, 12 de maio de 2024

NOS LENÇÕES MACIOS




Nos lençóis macios, o prazer a pulsar
Nossos corpos, noite adentro a se entregar
Entre suspiros, a sinfonia do êxtase abraça.

O prazer revelado, em cada toque se laça
Nossas peles róscidas, no augue do querer
Deleite que arde, como fogo a aquecer.

Gemidos ecoam entre veredas desveladas

Corpos em sintonia, lubricidades trocadas.


Cléia Fialho

sábado, 11 de maio de 2024

UM NOVO "EU"



Na tristeza da desilusão, há lições a aprender
As feridas abertas nos ensinam a crescer
Como a fênix renascendo das cinzas a surgir.

Encontramos força, um novo "eu" a construir
Que a amargura seja a tinta da sabedoria
E as lágrimas derramadas reguem novos dias.

Pois nas ruínas, brotam sementes de esperança

Na desilusão, há a chance de nova bonança.


Cléia Fialho

sexta-feira, 10 de maio de 2024

POESIA PROIBIDA




Em cada curva, um capítulo de prazer
O tom da paixão, a nos envolver
Gosto de ti, como poesia proibida.

Lúbrico verso, em tua pele lida
Entre suspiros, a lua testemunha
Erótica dança, a união se aprimora.

O tempo para, somos eternos agora

Êxtase do amor, onde o versar aflora.


Cléia Fialho