
Mesmo na desordem, há beleza
A loucura dança, travessa e acesa
Reflete, distorce a tal sanidade
E nela ecoa nossa humanidade.
Nos cantos sombrios da mente errante
Brilham pérolas, sempre vibrantes
É viagem além do que é conhecido
Um labirinto de sentidos distorcidos.
Que seja vista com empatia
Pois nela a alma também cria
Que possamos seu mistério abraçar
E na loucura, aprender a amar.

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