Nos cantos da minh'alma, ecoam os tempos idos
Tempos bons que deixaram saudade no peito
Como brisa suave, acaricia o rosto esquecido
Memórias se entrelaçam, em um doce efeito.
Aqueles tempos bons que não voltam mais
Estrelas distantes, a brilhar no céu da lembrança
Momentos como rios que não desfazem os cais
Que fluem em mim, um laço que não se cansa.
Risadas compartilhadas, na inocência do olhar
Juventude dançava, sem medo do que viria
Encontro alicerce das memórias a me embalar
O calor dos afetos, a luz que não se extinguia.
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Cléia Fialho
Querida amiga Cléia,
ResponderExcluirO tempo é o inimigo da vida... A infância é ultrapassada rapidamente pela juventude, que é arebatada pela maturidade, que se petrifica na velhice.
Como diz um dos meus aforismos:
"Vamos aproveitar tudo, porque, o tempo não nos basta!"
Dias suaves de outono para ti!
Beijos!!!
Amiga Cléia,
ExcluirVolto para dizer que... A infância rapidamente ultrapassando a juventude, claro que a palavra escrita deveria ser ARREBATADA. Mas, em um blog tão sensual e poético, COMER uma letra faz parte. 😂😂😂
Como nos dices en esta bonita poesía los tiempos buenos rara vez vuelven y también espero que los malos.
ResponderExcluirSaludos.
Querida amiga, los tiempos buenos que ya no regresarán son los que nos dan desde el recuerdo la energía para transitar los momentos duros de la vida.
ResponderExcluirY lo dices muy bien, porque son una luz que no se extingue.
Tus poemas no sólo tienen intensos momentos de pasión sino que además son contemplativos, miran la vida desde todos los lados que debe mirarse.
Abrazo desde el sur.
Momenti del passato che si raffacciano alla mente, per la loro densa spensieratezza e gioiosità, che è difficile ritrovare.
ResponderExcluirUn sorriso poetessa
Há tempos que não voltam mais. Mas há outros tempos onde é possível o amor assim sem regras, sem leis, tão perto da paixão verdadeira.
ResponderExcluirUma boa semana.
Um beijo.