Na tristeza das noites solitárias
O desamor vagueia em sombras árias
Um vazio profundo, um eco sem fim
Onde outrora florescia um jardim.
Nas páginas desbotadas da memória
Onde antes havia risos e história
Agora ecoam os suspiros do adeus
Desamor, o poema sem tons seus.
As estrelas perderam seu brilho ardente
E o coração vagueia, ferido e carente
Cada lembrança é uma faca que corta
Desamor, a tristeza que a alma suporta.
Mas no meio dessa dor, um novo alvorecer
Um renascimento, um coração a aprender
Desamor, a lição que nos torna fortes
No vazio, encontramos as próprias sortes.
O tempo é o bálsamo, as feridas se fecham
Não é o fim, um novo ramo e escol se mecham
Pois no jardim da vida, florescerá de novo
A esperança, amor e o coração dando corcovo.
❦
Cléia Fialho

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This is incredibly moving and beautifully written, capturing the raw pain of loss and the quiet strength of moving forward. I especially love the transition from "Dissolve wanders in area shadows" to the promise of "a new dawn" and finding one's own fate. I hope you are having a genuinely lovely weekend and finding peace in your day.
ResponderExcluirMa très chère poétesse , Ton poème traverse la nuit du désamour avec une beauté poignante.
ResponderExcluirLa douleur y devient lumière naissante, et chaque mot, une cicatrice qui éclaire.
Tu transformes la perte en renaissance — un chant mélancolique, mais plein d’espérance.
Magnifique !
Avec toute mon admiration poétique
Bisou
Veronique
Un poema que nos muestra la tristeza producida por un amor no correspondido, pero al final nos muestra una salida con mas fuerza para aceptar un nuevo amor sin tropiezos.
ResponderExcluirSaludos.