Lá onde a dor beija o riso,
o autor constrói seu enredo,
com palavras doces de brisa
e silêncios com tanto segredo.
Personagens feitos de carne,
mas também de sonho e saudade,
vivem, se perdem, renascem
na trama bordada em verdade.
O amor ali não é simples,
mas é puro, cru e real.
É poema entre as páginas,
é desejo emocional.
❦
Cléia Fialho


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Olá amiga Cléia,
ResponderExcluirO tempo passa e a necessidade do alimento varia de acordo com a fome.
Que este ano tenha sido o "tempero" perfeito para a nossa boa amizade.
Tenha uma excelente semana!
Beijos!!!
Un bello y sensible poema.
ResponderExcluirSaludos.