❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

SUA GRANDEZA SEM IGUAL





Na Amazônia, um encanto se revela,
É a vitória régia, tão bela e singela.
Seu verde exuberante, tapete flutuante,
Encanta quem a contempla, fascinante.

Suas folhas gigantes, como pratos a bailar,
Refletem a luz do sol, num brilho singular.
E suas flores delicadas, de branco reluzente,
Atraem os olhares de forma envolvente.

Na noite estrelada, ela se abre em esplendor,
Exalando um perfume que encanta o seu redor.
A vitória régia, em sua grandeza sem igual,
É símbolo da natureza, um presente divinal.


Cléia Fialho

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

TAPEÇARIA DA EXISTÊNCIA




Nos intervalos do tempo, 
o consecutivo revela sua coreografia única, 
cada passo um elo entrelaçado 
na tapeçaria da existência.



Cléia Fialho

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

UM DOCE CONDUTOR

 



Na noite escura, uma estrela a brilhar
A esperança surge, não há que duvidar
No coração humano, ela encontra lugar
E nos faz acreditar, nos faz sonhar.

Mesmo nas tempestades que a vida traz
A esperança é luz, não se desfaz
Com força e coragem, nosso bem maior
Ela nos guia, como um doce condutor.

Nas manhãs claras e nos dias de aflição
A esperança é bálsamo, nossa direção
No horizonte, ela sempre estará lá
Nos lembrando que é possível recomeçar.



Cléia Fialho
O Experimental Tridoze Poético é uma criação
Da Poetisa Norma Aparecida Silveira Moraes

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

RENASCENÇA



A vitória não grita,
ela sussurra
no silêncio depois da queda,
na lágrima que seca
sozinha no rosto,
na mão que se ergue
mesmo tremendo.

A esperança não é um grito
é um fio — tênue, dourado —
que atravessa os dias cinzentos
como raio de sol
em manhã nublada.
É o que pulsa
mesmo quando tudo parece parar.

E a vida...
ah, a vida é esse milagre teimoso
que brota entre fendas,
que canta em corações feridos,
que floresce sem pedir licença
no terreno duro do tempo.

Viver é cair
e, ainda assim, escolher levantar.
É acreditar
mesmo quando o mundo desacredita.
É seguir, passo a passo,
com o peito aberto
e o olhar aceso.

Vitória é isso:
não um troféu,
mas o ato de continuar.
Esperança é a luz que não se apaga,
vida é o fogo que nunca morre.

E nós,
somos todos centelhas.





Nota da autora:
Essa poesia uma celebração poética do espírito de perseverança e triunfo diante dos desafios da vida. 
Inspirada na alegria e simplicidade das cirandas tradicionais, esta poesia é uma homenagem à coragem e à determinação necessárias para enfrentar e superar obstáculos.
Com palavras otimistas, convidando o leitor a se unir em um círculo de força e esperança. 
Cada estrofe destaca um aspecto fundamental da jornada pessoal e coletiva: o avanço com bravura, a luta constante, e a importância de aprender com cada dificuldade.
É um chamado para a resiliência, lembrando que, apesar das adversidades, é possível encontrar alegria e vitória no caminho.
A vitória não é apenas um destino, mas um processo contínuo de crescimento e superação.



Cléia Fialho

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

A MANHÃ DO CAMPO

 



O campo ao amanhecer
É um quadro de cores vivas
A brisa é um sopro leve
E a luz é uma festa ativa.

Os pássaros cantam cedo
Em sinfonia matinal
A vida começa nova
Com um brilho sem igual.

A manhã traz esperança
E o campo se transforma
Em um lugar de promessas
Onde a vida se conforma.



Cléia Fialho

terça-feira, 30 de novembro de 2021

CAVALGA EM MIM




Cavalga em mim, meu amor
Com tua paixão sem fim
Eleva-me ao mais alto sabor.
 
Acaricia meu corpo, assim
Com teu toque de fogo ardente
Queima-me em chamas sem fim.
 
Beija-me, meu bem, loucamente
Com teus lábios de desejo aflorado
E faz-me sentir teu corpo quente.
 
Cavalga em mim com força, entocado
E juntos, num só ritmo, vamos gozar
Na entrega total de turgor, sem pecado.



Cléia Fialho

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

O ÁPICE DO MEU PRAZER




Quero a minha sede saciar
No teu corpo suado me aprazer
E sentir a tua pele abrasar
Te adentrar em meu prazer.
 
Quero te explorar cada centímetro
Com minhas mãos e minha língua
Mordiscar qualquer milímetro
Te saboreando pelas beiradas.
 
Quero tua seminal deflagrada
Enquanto me deito sobre ti
Me fundir com a tua essência
Osculando tal qual colibri.
 
Quero beijar-te com paixão
E sentir o gosto do teu desejo
Nossos corpos se entrelaçando
Numa dança de visoço apego.
 
Quero ver-te arfar de prazer
Enquanto me entrego sem pudor
E sentar na tua tocha a crescer
Em um frenesi de enleio amor.
 
Só vem, meu ordinário safado
Mata minha sede com o teu ser
Pois, é nesse teu corpo tufado
Que está o ápice do meu prazer!



Cléia Fialho

sábado, 27 de novembro de 2021

BICA FLUVIAL DE PURO PRAZER




Toque suave minha pele, com delicadeza,
Faça arder em mim um fogo de paixão,
Deixe-me sentir a sua doce sutileza,
Entregar-me ao prazer dessa emoção.
 
Deixe que suas mãos percorram minha silhueta,
E despertem em mim o desejo mais profundo,
Intimida-me seus dedos ágeis como espoleta,
Nas ondulações da tua maré eu me afundo.
 
Toque os meus glúteos, com sutil afaga,
Deixe a sua marca no meu colo adjazer,
Esses toques que se fazem saga e propaga,
O nosso amor, bica fluvial de puro prazer.
 
Que seu toque suave em mim seja a expressão,
Do pecado, fúria, lascívia, luxúria, do pervertido,
Que transcende as barreiras do tempo e da razão,
E juntos, iremos além de tudo que é permitido.



Cléia Fialho

terça-feira, 23 de novembro de 2021

DEVASSA É MEU CODINOME




Sensualidade é o que eu represento,
Ousada, sou tipo que transcendo.
Impudica na arte do prazer,
Ardentes desejos me faço querer.
 
Envolvente em todos os sentidos,
Frêmitos, bramidos, rugidos, gemidos.
Ousadia é o meu sobrenome,
Luxúria devassa é meu codinome.
 
Intensa em cada toque, beijo e olhar,
Sedutora por natureza, de enristar.
Insaciável em minha busca perfeita,
Atrevida, vou além, observo à espreita.
 
Cativante em minha forma de ser e agir,
Audaciosa em minhas fantasias a sentir.
Essa sou eu, assim bem desse jeito,
No jogo da sedução, nada eu rejeito.



Cléia Fialho