❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

CAMPINAS VERDEJANTES




Nas capinas verdejantes do meu Rio Grande
Onde a terra se abraça com o céu distante
Um cenário de encantos, belo e grande
Desperta a alma, faz pulsar o peito amante.
 
Pelos campos que se estendem sem fim
Onde o vento dança nos trigais dourados
O coração se perde, flui sereno assim
Entre as coxilhas, pelos caminhos trilhados.
 
Sob o azul límpido do céu aberto
As correntes dos rios bailam em canções
Um manto de águas, como um verso esperto
Que ecoa na alma, aflora emoções.
 
Nas capinas verdejantes do meu chão
O chimarrão perfuma o ar suavemente
E o gaúcho, com orgulho em sua mão
Cuida do solo, com zelo, fielmente.



Cléia Fialho

NOSSOS GEMIDOS ECOAM




Nossos gemidos ecoam 
pela escuridão,
Como uma canção proibida 
que só nós conhecemos.
Somos artistas de nossa própria 
história sensual,
Criando um clima deleitoso 
que desafia a moral.

Cada verso é uma promessa 
de prazer indescritível,
Cada estrofe é uma explosão 
de emoção e êxtase.
Somos folhas em branco 
esperando serem preenchidas,
Com a tinta quente de nossos 
desejos mais profundos.



Cléia Fialho

sábado, 18 de dezembro de 2021

CANTO DA AMIZADE VERANIL

 



No jardim, o sol brilha,
em amizade, a vida.
Sorriso aberto, encanto,
nos abraços, o coração canta.

Cada flor desabrocha,
e o vento doce canta.
Na sombra da árvore,
a amizade se faz.

Caminhamos tranquilos,
encontramos a alma.
Entre risos e falas,
o tempo voa.

Os pássaros dançam,
a tarde é clara.
Com a amizade, o verão
no calor é terno.





Cléia Fialho

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

ANJOS DE QUATRO PATAS

 



Os cachorros são como anjos de quatro patas, 
cujo amor incondicional aquece nossos corações
e ilumina nossos dias.



Cléia Fialho

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

SUA GRANDEZA SEM IGUAL





Na Amazônia, um encanto se revela,
É a vitória régia, tão bela e singela.
Seu verde exuberante, tapete flutuante,
Encanta quem a contempla, fascinante.

Suas folhas gigantes, como pratos a bailar,
Refletem a luz do sol, num brilho singular.
E suas flores delicadas, de branco reluzente,
Atraem os olhares de forma envolvente.

Na noite estrelada, ela se abre em esplendor,
Exalando um perfume que encanta o seu redor.
A vitória régia, em sua grandeza sem igual,
É símbolo da natureza, um presente divinal.


Cléia Fialho

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

TAPEÇARIA DA EXISTÊNCIA




Nos intervalos do tempo, 
o consecutivo revela sua coreografia única, 
cada passo um elo entrelaçado 
na tapeçaria da existência.



Cléia Fialho

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

UM DOCE CONDUTOR

 



Na noite escura, uma estrela a brilhar
A esperança surge, não há que duvidar
No coração humano, ela encontra lugar
E nos faz acreditar, nos faz sonhar.

Mesmo nas tempestades que a vida traz
A esperança é luz, não se desfaz
Com força e coragem, nosso bem maior
Ela nos guia, como um doce condutor.

Nas manhãs claras e nos dias de aflição
A esperança é bálsamo, nossa direção
No horizonte, ela sempre estará lá
Nos lembrando que é possível recomeçar.



Cléia Fialho
O Experimental Tridoze Poético é uma criação
Da Poetisa Norma Aparecida Silveira Moraes

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

RENASCENÇA



A vitória não grita,
ela sussurra
no silêncio depois da queda,
na lágrima que seca
sozinha no rosto,
na mão que se ergue
mesmo tremendo.

A esperança não é um grito
é um fio — tênue, dourado —
que atravessa os dias cinzentos
como raio de sol
em manhã nublada.
É o que pulsa
mesmo quando tudo parece parar.

E a vida...
ah, a vida é esse milagre teimoso
que brota entre fendas,
que canta em corações feridos,
que floresce sem pedir licença
no terreno duro do tempo.

Viver é cair
e, ainda assim, escolher levantar.
É acreditar
mesmo quando o mundo desacredita.
É seguir, passo a passo,
com o peito aberto
e o olhar aceso.

Vitória é isso:
não um troféu,
mas o ato de continuar.
Esperança é a luz que não se apaga,
vida é o fogo que nunca morre.

E nós,
somos todos centelhas.





Nota da autora:
Essa poesia uma celebração poética do espírito de perseverança e triunfo diante dos desafios da vida. 
Inspirada na alegria e simplicidade das cirandas tradicionais, esta poesia é uma homenagem à coragem e à determinação necessárias para enfrentar e superar obstáculos.
Com palavras otimistas, convidando o leitor a se unir em um círculo de força e esperança. 
Cada estrofe destaca um aspecto fundamental da jornada pessoal e coletiva: o avanço com bravura, a luta constante, e a importância de aprender com cada dificuldade.
É um chamado para a resiliência, lembrando que, apesar das adversidades, é possível encontrar alegria e vitória no caminho.
A vitória não é apenas um destino, mas um processo contínuo de crescimento e superação.



Cléia Fialho

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

A MANHÃ DO CAMPO

 



O campo ao amanhecer
É um quadro de cores vivas
A brisa é um sopro leve
E a luz é uma festa ativa.

Os pássaros cantam cedo
Em sinfonia matinal
A vida começa nova
Com um brilho sem igual.

A manhã traz esperança
E o campo se transforma
Em um lugar de promessas
Onde a vida se conforma.



Cléia Fialho