❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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domingo, 29 de janeiro de 2023

A ALMA CHORA




No silêncio da noite escura
A solidão me abraça forte
As lágrimas caem, a alma chora
A tristeza se faz presente, consorte.

Os versos se tornam melancólicos
Como um lamento na escuridão
A dor se expressa em cada palavra
E o coração se enche de solidão.

Mas mesmo na tristeza mais profunda
Há uma beleza que não se pode negar
Pois é na dor que encontramos a força
Para nos reerguer e recomeçar.



Cléia Fialho

sábado, 28 de janeiro de 2023

DESALENTO QUE ABRASA




Na tristeza profunda, 
a poesia se entrelaça
Palavras melancólicas
Expressão do desalento que abrasa
Versos carregados de dor e desespero
Em cada estrofe, um grito sincero.
 
Na escuridão d'alma, a poesia se revela
Versos tristes que expressam a dor que se anela
Palavras pesadas, carregadas de desalento
A poesia é refúgio para o coração sedento.



Cléia Fialho

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

É UMA ILUSÃO TOLA




Na escuridão profunda, ressábios se escondem
Delíquio de ventura, em sombras se perdendo
É uma ilusão tola e fanal, lágrimas vertendo.

Expressa melancolia que no peito vai crescendo
Em sombrios corredores, o dartro se espalha
A pele pálida sucumbe, a dor não se cala.

A alma envenenada, em agonia se agacha

Na escuridão eterna, a esperança é bonacha.



Cléia Fialho

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

RUÍNAS DO PASSADO




Castelos abandonados, ruínas do passado
Segredos obscuros, mistérios enterrados
Janelas quebradas, portas enferrujadas
Testemunhas mudas de histórias macabras.

Lápides eretas no cemitério sombrio
Onde as almas penam, em tormento frio
As lágrimas de sangue mancham o chão
Lamentos ecoam na escuridão.

Pálidas rosas vermelhas, símbolo de dor
Desabrocham na escuridão com esplendor
Esqueletos dançam ao som do órgão funesto
Envolvidos pela melodia do protesto.



Cléia Fialho

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

CONDENADOS A AMAR



Na névoa densa da noite sombria
Ouço sussurros de almas perdidas
Passos silenciosos ecoam na escuridão.

Enquanto os corações pulsam em solidão
No véu da noite, a lua brilha intensamente
Iluminando o caminho dos amantes decadentes.

Condenados a amar com paixão

Réprobos eternamente sem salvação.



Cléia Fialho

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

CANTO SINISTRO




Cristais quebrados, beleza sombria
Noite eterna, vestígios, a alma se guia
Mistério e dor em versos entrelaçados.

Um universo obscuro, tão desejado
Trínula volata, sombras a bailar
Essência e mistérios, o ar a cortar.

Voos noturnos em céus de escuridão

Um canto sinistro, de pura sedução.



Cléia Fialho

domingo, 22 de janeiro de 2023

ROSAS OBSCURAS




Pétalas negras
de rosas sombrias
Desabrocham à luz da lua,
alegrias vazias

Perfume enigmático,
seduções suscetíveis
Amores fadados,
destinos imprevisíveis.

No véu da noite,
sussurros de agonia,
sombras dançam
na fria melodia.

Olhares perdidos,
promessas quebradas,
sangue e silêncio
em almas seladas.

O vento arrasta
segredos mortais,
beijos que queimam
em ecos fatais.

Na eternidade sombria,
a paixão se consome,
e a rosa negra
com o tempo não some.




Cléia Fialho

sábado, 21 de janeiro de 2023

RITOS DE PAIXÃO




No altar da noite,
sob céus estrelados
Ritos secretos,
paixão profanada
Corpos em chamas,
almas entrelaçadas
O amor proibido,
pela escuridão celebrada.

Entre velas rubras,
sussurros de eternidade,
A lua testemunha
os pactos da intensidade.
Beijos que sangram,
marcados na pele,
Desejo que invade,
na sombra se revele.

Cânticos ecoam
na penumbra silente,
Um êxtase sombrio
consome a gente.
Na dança sombria
de delírio e pecado,
O destino é selado,
no abismo encantado.




Cléia Fialho

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

NOCTURNA SEDUÇÃO




Sob a lua pálida e fria
Dançamos na noite sombria
Teus lábios gélidos, toque ardente.
 
Misturando luxúria e tormento
O olhar profundo como abismo
Reflete desejos sem altruísmo.
 
Nossos corpos em dança insana

Na escuridão, a paixão profana.



Cléia Fialho

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

ROSAS E ESPINHOS




Entre sombras densas,
sussurros se confundem,
Almas se entrelaçam,
os segredos se fundem.
Na penumbra fria,
arde a chama insistente,
O amor se faz abismo,
tão doce e pungente.

Sangue e carmim,
na pele se misturam,
Os gemidos ocultos
na noite se perduram.
Em cada cicatriz,
renasce a nossa sina,
Um pacto eterno
de luxúria e neblina.




Cléia Fialho

domingo, 15 de janeiro de 2023

CANÇÕES DE ONTEM




Nas gavetas do passado, lembranças a repousar
Cenas vivas, retratos que o tempo quis guardar
O sol se põe nas memórias, nuances a brilhar
Vestígios numa mente, saudade a se formar.

No álbum da nostalgia, páginas a folhear
São finos fios a tecer, quimeras poetistas
Cores desbotam lentas, matizes a descorar
No quadro da vida, cada mensão, um artista.

No coração, o eco suave, antanho retraduz
Poemas do passado, eternos na recordação
Canções de ontem, que o vento ainda conduz
Em cada lembrança, um suspiro, uma alusão.




Cléia Fialho

sábado, 14 de janeiro de 2023

DESAFIOS E SUPERAÇÕES




Nas linhas da vida, encontramos desafios e superações
Momentos de alegria, amor e belas recordações
É um misto constante entre a luz e a escuridão.
 
Sinfonia de experiências que compõem nossa canção
Na vida, aprendemos a crescer, a evoluir
Abraçar o desconhecido, com coragem a prosseguir.
 
É uma jornada efêmera, mas cheia de significado

Cada passo, cada escolha, um legado a ser deixado.



Cléia Fialho