❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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quarta-feira, 14 de junho de 2023

TESOURO PRECIOSO




No jardim da memória, a saudade floresce
Sentimento profundo que o coração aquece
É a ausência que nos faz suspirar.

E nos leva a recordar e a sonhar
Saudade é o elo que une corações
Um laço eterno, sem limitações.

Cada lembrança é tesouro precioso

Aquecendo mesmo em momentos dolorosos.



Cléia Fialho

terça-feira, 13 de junho de 2023

MARCAS DE CARINHO




Saudades são as pegadas da fase que passou
Marcas de carinho que o tempo não levou
É o abraço distante, mas sempre presente.

Que nos envolve e acalenta a mente
A saudade é a canção que embal'alma
Um lembrete de amor que nos acalma.

Nela que encontramos a beleza da emoção

Construímos um legado de afeto e gratidão.



Cléia Fialho

segunda-feira, 12 de junho de 2023

ENCONTRO MEU SER




Nessas horas solitárias, encontro meu ser
Explorando recantos que ninguém pode ver
As memórias dançam, como folhas ao vento.

Cada sonho não vivido, cada sentimento
A solidão não é apenas escuridão
É um convite à introspecção, à reflexão.

Um jardim secreto, onde floresce a alma

Refúgio onde a paz e o eu nos encontramos.



Cléia Fialho

sexta-feira, 9 de junho de 2023

UMA MOTIVAÇÃO





E enquanto a solidão abraça meu ser
Aprendo a amar a mim mesmo, a renascer
Dentro de mim reside um mundo completo.

Na solidão, encontro um amigo secreto
Assim, abraço a solidão com gratidão
Ela me ajuda a crescer, é uma motivação.

No eco das minhas próprias palavras

Descubro que a solidão também é um lar.



Cléia Fialho

quarta-feira, 7 de junho de 2023

DESCUBRO SEGREDOS




Na solidão, sou minha própria companhia
Exploro meu mundo interno com harmonia
Descubro segredos guardados no coração.

Encontro forças e enfrento qualquer situação
Na solidão que envolve a minh'alma
Um eco silencioso preenche o ar.

Apenas minha própria voz ressoa

Num mundo vazio, a me acompanhar.



Cléia Fialho

terça-feira, 6 de junho de 2023

CONCÓRDIAS VERDADEIRAS




A paz é a luz que brilha no horizonte
Um abraço suave que acalent'alma
É a leveza que se espalha pelo ar.

Harmonia que une todos n'uma calma
Paz é o sorriso que cura as dores
A compreensão que transcende as fronteiras.

É a união de mãos em gestos de amor

Transforma conflitos em concórdias verdadeiras.



Cléia Fialho

domingo, 4 de junho de 2023

ELO QUE NOS UNE




Que a paz seja o elo que nos une
Um presente valioso que a todos inunda
Que cada gesto, cada palavra seja de amor.

Que a paz reine ternamente, com esplendor
Que a paz seja nosso norte e inspiração
Que reine em nossos corações e ações.

Que todos possam sentir seu abraço amigo

Viver num mundo onde a paz é nosso abrigo.



Cléia Fialho

sexta-feira, 2 de junho de 2023

SORRISO SINCERO




Paz é um suspiro suave no ar
Um sorriso sincero que cura a dor
É a união de mãos que se apertem.

Criando laços de amor e calor
Paz é a brisa que acaricia a face
A melodia suave que embala o coração.

É o entendimento que transcende as palavras

Transformando conflitos em compreensão.



Cléia Fialho

quinta-feira, 1 de junho de 2023

CORAÇÕES EM HARMONIA




No horizonte d'alma, a paz se desenha
Um manto de serenidade que acalma e acarinha
Em cada coração, ela encontra morada.

Transformando tumultos em amor e jornada
No horizonte sereno, a paz se revela
Um abraço acolhedor que acalma e consola.

É a sinfonia dos corações em harmonia

Transforma o mundo em uma pura poesia.



Cléia Fialho

terça-feira, 30 de maio de 2023

NO TERREIRO DA VIDA




No terreiro da vida, sob o sol raiz,
O pajador desfia seu cordel feliz.
Verso que dança, rimando a emoção,
No balanço do vento, puro coração.

—Lá vai a trova, gingando no ar,
—Pajada que o povo sabe guardar.

De repente, o humor, uma rima sem véu,
Traz a alegria do povo fiel.
Piada e poesia, misturadas no prato,
Servidas com graça, sabor de retrato.

—Risada é verso, verso é canção,
—Pajada é festa no meu sertão.

E quando a lua nasce, prateando o chão,
O pajador solta sua última lição:
"Viva a alegria, a arte desgrenhada,
Pois até o triste vira pajada!"



Nota da Autora:
Esta pajada é um tributo à arte da oralidade e à força da poesia popular. 
No ritmo dos versos, o riso e a emoção se entrelaçam, mostrando que a pajada é muito mais do que um simples cantar — é um reflexo da alma do povo, um jeito de contar histórias e celebrar a vida. 
Cada estrofe carrega o balanço da terra, a cadência da tradição e a essência de quem transforma até a tristeza em poesia. 
Que esses versos ecoem no coração de quem lê, lembrando que a alegria e a arte sempre encontram um jeito de florescer.




Cléia Fialho