Na penumbra que respira silêncio,
a luz se dissolve em sombra,
e teu corpo — pintura viva —
se abre como rio que se curva.
como águas que se reconhecem,
e o desejo, chama oculta,
cresce sem pedir licença.
Cada gesto é verso,
cada toque, um poema sem rima,
onde o fado nos conduz,
e o amor se escreve em pele.
Assim, entregues ao instante,
somos música sem pauta,
somos chama que não se apaga,
somos eternidade em um só abraço.
❦
Cléia Fialho

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