🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🐾
🌶️ CONTEÚDO ERÓTICO 🌶️ +18 🔞 🌶️

🐾 SE EU FOSSE FALAR EM POESIA E NAS MINHAS VONTADES 🐾 AFRODITE NEM EXISTIRIA E KAMA SUTRA SERIA BOBAGEM 🐾

quinta-feira, 30 de abril de 2015

SEM LICENÇA - Capítulo II




O DESFECHO

O colchão afundou sob o peso dele. 
Rafael já estava em cima — os joelhos dele forçando as coxas dela a se abrirem, escancarando a buceta molhada para a luz da rua que cortava o quarto. 
Ele desceu. 
A boca quente cobriu a buceta de uma vez, a língua plana lambendo do clitóris até a entrada num movimento lento e possessivo. 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

SEM LICENÇA - Capítulo I




A PRESSÃO

A porta estalou ao fechar. 
Rafael encostou-se nela e deixou o olhar descer pelo corpo dela — lento, sem pressa, como se já soubesse cada curva que encontraria. 
Ela recuou um passo. 
As costas tocaram a parede fria e a luz da rua cortou seu rosto, deixando o resto na penumbra.

terça-feira, 28 de abril de 2015

CONVITE DE CARNE




Tua pele é o convite que minha língua aceita voraz,
sedosa, 
salgada, 
cheirando a suor noite adentro e a sexo quente.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

FOGO E MORDIDA




Desejos que não dormem, 
roem a carne viva,
um ardor sem trégua, 
língua de fogo lambendo a virilha do pensamento.

domingo, 26 de abril de 2015

CORPOS ENTRELAÇADOS




Certas sensações desabrocham na pele
o arrepio se espalha, 
me obriga a roçar,
envolvendo corpos num jogo de fome e mordida,

sábado, 25 de abril de 2015

A LÍNGUA DESENHA CAMINHOS




Que nossos corpos sigam em sintonia brutal, 
pele contra pele,
sudorese misturada, 
ofegante, 

sexta-feira, 24 de abril de 2015

SUOR E SABOR




Nossos corpos se devoram num frenesi
línguas traçam caminhos de fogo nas dobras da pele,
mãos apertam carne viva
deixam marcas de posse e luxúria.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

BRASAS SOB A PELE - Capítulo II




O GOZO QUE CONFESSA

Ela vira o rosto na almofada incandescente. 
As sílabas trêmulas ainda estão lá, presas no tecido, queimando sem resposta. 
O corpo exausto treme com a ausência da palavra dele. 
O Amante respira pesado contra suas omoplatas, o coração martelando nas costas suadas. 
A mão calejada desce devagar pela coxa manchada de porra seca. 
Os dedos encontram a entrada ainda inchada, encharcada. 
Esfregam devagar, circulares, espalhando a umidade. 
A respiração dela prende. 
O pau semi-rígido endurece contra as nádegas. 
Os dedos dele afundam na carne, e o silêncio começa a pegar fogo.

O Amante a vira de costas num movimento só. 
As costas dela batem nos lençóis que ainda guardam o calor das brasas, e os olhos dele queimam na penumbra, duas brasas que não se apagam, cravadas no rosto dela. 
A mão calejada segura o queixo, firme, e ele inclina a cabeça. 
A boca encontra a boca. 
A língua invade, quente, grossa, enroscando na língua dela com uma fome que renasce das cinzas. 
A saliva escorre, quente, pelo canto dos lábios, descendo pelo queixo enquanto os dentes dele mordem o lábio inferior, puxam, soltam, e a boca volta a sugar. 
Ela geme dentro do beijo, um som rouco que vibra na garganta. 

As mãos dele apertam os seios. 
Os dedos encontram os mamilos endurecidos, torcem, puxam, e a ponta dos dedos calejados arranha a pele sensível. 
Ele desce a boca pela garganta dela. 
A voz rouca quebra o silêncio: "Vou te dar a resposta." Os lábios roçam a pele molhada de suor. 
"Cada 'te amo' que você deixou na almofada." A língua lambe a clavícula. 
"Eu vou responder com o corpo.
" O pau duro esfrega contra a vulva molhada, a glande deslizando na entrada encharcada, espalhando a umidade. 
Ela arqueia as costas. 
A glande encontra a entrada, e o fogo devora tudo.

Ele empurra de uma vez. 
O pau entra até o fundo, a glande esmagando o colo do útero, e o corpo dela arqueia como se um raio atravessasse a espinha. 
A buceta aperta, molhada, quente, os músculos contraindo ao redor da grossura. 
Ele não espera. 
As estocadas vêm violentas, o quadril batendo nas coxas dela com um som molhado, carne contra carne, o pau afundando e saindo e afundando de novo. 
A cabeceira bate na parede. 
Os lençóis embolam nas mãos dela. 
Ele mete com a fome de quem guardou palavras demais, cada investida é um "te amo" não dito, cada recuo é o silêncio que queimou a noite inteira. 

A respiração dele é um rosnado contra o pescoço dela. 
Os dentes cravam na pele molhada de suor, e a língua lambe o sal, desce pela garganta, volta a morder. 
Ela crava as unhas nas costas dele, arranha, deixa marcas vermelhas que escorrem suor. 
As pernas tremem, abertas, os pés cruzados nas costas dele, puxando para mais fundo. 
O pau bate no ponto exato, e o gemido dela rasga o quarto escuro, rouco, incontrolável, sílabas quebradas que não formam palavra nenhuma. 
Ele mete mais rápido. 
A cama range. 

O suor escorre da testa dele e pinga nos seios dela. 
A buceta aperta, os espasmos começam, e ela goza com um grito, o corpo inteiro contrai, as paredes da buceta pulsando ao redor do pau, sugando, ordenhando. 
Ele geme. 
A voz quebra. "Te amo." 
As palavras saem roucas, cravadas na boca dela, e o pau pulsa forte, as bolas esvaziando, a porra quente espirrando dentro da buceta em jatos grossos. 
Ele continua estocando, devagar agora, o pau ainda duro, a porra escorrendo pelo comprimento, descendo pelas coxas dela, manchando os lençóis que ardem como brasas. 
Ele diz o nome dela. 
"Te amo." 
A porra escorre, quente, e o silêncio finalmente morre.

O corpo dele desaba sobre o dela, pesado, quente, o peito suado colado nas costas. 
O pau ainda está dentro, amolecendo devagar, e a cada pulsação fraca uma gota de porra escapa e escorre pelo comprimento. 
Ela sente o líquido morno descendo, misturado ao mel dela, escorregando pela pele sensível da boceta até as coxas. 
Os lençóis embaixo estão úmidos, manchados, mas ninguém se mexe. 
A respiração dele é um sopro irregular na nuca dela, os lábios roçando a pele molhada de suor. 
O pau escorrega para fora devagar, e a boceta aperta no vazio, um espasmo tardio que arranca um gemido baixinho dela.
A porra continua saindo, um fio grosso que desce pela virilha e pinga no lençol.


Ele se ajeita atrás dela, o braço passando por baixo do pescoço, a outra mão descendo pela cintura, os dedos calejados desenhando círculos lentos na barriga. 
O corpo dele gruda no dela, peito nas costas, virilha nas nádegas, pernas entrelaçadas. 
O pau mole encosta na coxa, ainda molhado. 
Ele beija a nuca. 
O beijo é lento, a boca aberta, a língua recolhendo o sal da pele. 
"Te amo." 
A voz sai rouca, quase um sussurro, mas não há hesitação agora. 
As palavras estão soltas, cravadas na nuca suada. 
Ele repete, os lábios descendo para o ombro, para a curva do pescoço. 
"Te amo."

A respiração dos dois sincroniza. 
O peito dele sobe e desce contra as costas dela, e ela fecha os olhos, os cílios úmidos, o corpo inteiro mole e satisfeito. 
A exaustão é doce, os músculos pesados, a pele ardendo onde os corpos se tocam. 
Os lençóis chamuscados envolvem os dois na penumbra, o cheiro de sexo e suor pairando no ar parado. 
A almofada guarda agora duas vozes, as dela, que queimaram sozinhas por tanto tempo, e as dele, que finalmente responderam. 
As brasas aquecem os corpos colados, e os "te amo" queimam juntos na almofada.




Cléia Fialho

quarta-feira, 22 de abril de 2015

BRASAS SOB A PELE - Capítulo I




O SILÊNCIO QUE QUEIMA

Ela se deita e os lençóis já não são lençóis — são brasas que se moldam ao corpo, o tecido ardendo sob as costas nuas, cada fibra um fio de calor que sobe pela espinha e se alastra.
O quarto é escuro, mas o brilho alaranjado das chamas imaginárias lambe as paredes, as sombras dançam, e a noite prende a respiração.

terça-feira, 21 de abril de 2015

INCÊNDIO DO DESEJO




Teus beijos despertam o fogo escondido,
acendem minha pele como aurora em chamas.
Cada aproximação dissolve o tempo,
cada respiração prolonga o instante.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

NOSSO ÊXTASE SE DERRAMA




O prazer desperta como um rio sem margens,
rompe silêncios, 
dissolve toda espera.
No encontro dos corpos nasce um fogo antigo,

domingo, 19 de abril de 2015

CARÍCIAS QUE RASGAM




São carícias que nossos corpos desenham 
em jogos de sedução crua e voraz,
tuas mãos cravadas na minha carne macia, 
 — marcando
 

sábado, 18 de abril de 2015

FRUTOS MADUROS

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

FRUTOS MADUROS




Dos prazeres que a vida nos dá a colher,
não quero os que pendem mansos dos ramos.
Quero os que se escondem no fundo do teu sexo,
os que só se entregam quando a minha boca

quinta-feira, 16 de abril de 2015

AREIA ENTRE OS DEDOS




Ela saiu da água com o corpo ainda quente de sol, os cabelos escorrendo sal nos ombros. 
Beto apareceu na frente dela, o sorriso torto bloqueando o caminho de volta para os amigos.

— Vem cá.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

POSSE PROFANA




Tuas mãos escapam de ti,
molhadas de prazer,
tocam minha boca,
provocam minha fome,

terça-feira, 14 de abril de 2015

DELÍRIO INSUBMISSO




Escrevo com tua pele,
bebo no ardor da tua boca,
me enrosco no aperto dos teus braços,
e reflito o calor que me consome inteira.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

FOGO INSACIÁVEL




Está tudo aceso em mim,  
você e eu, vertigem pura.  
Molha-me os espaços,  
guia-me pela tua boca,  

domingo, 12 de abril de 2015

LEOA EM CHAMAS




Sou leoa em cio,  
selvagem na tua cama,  
minha pele arde em desejo,  
meu corpo implora tua posse.  

sábado, 11 de abril de 2015

A MULHER EM CHAMAS




A mulher que vibra em mim  
não espera, devora,  
te deseja como fera faminta,  
te chama em cada manhã febril,  

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O NÉCTAR DA TROCA




A tela brilhou no escuro e a mensagem queimou meus olhos antes mesmo que eu pudesse desviar. 
Cada palavra pulsava como se tivesse sido escrita com a ponta dos dedos dele percorrendo minha pele. 
Meu corpo reagiu antes da mente — as coxas se apertaram sozinhas, uma contra a outra, e senti o tecido da calcinha umedecendo devagar, o líquido morno vazando sem pedir licença. 
Respirei fundo e meus dedos desceram pelo baixo-ventre, roçando o clitóris por cima do algodão molhado, um choque mínimo que me arrancou um suspiro trêmulo. Digitei qualquer coisa — uma resposta truncada, sem coragem de enviar. 
A porta se abriu. 
Ele entrou. 
Os olhos fixos em mim sob o brilho da tela. 
Fechou a porta e disse: "Deixe a tela acesa."

Ele não esperou. 
As mãos firmes agarraram a barra da minha calcinha e puxaram com força — o algodão cedeu, o elástico estalou contra minha pele, e o tecido úmido foi arrancado num só gesto. 
Senti o ar frio tocar a vulva exposta, os lábios inchados e brilhando de líquido. 
Ele me empurrou de costas na cama, o colchão afundando sob meu peso, e se posicionou entre minhas coxas abertas.

O pênis ereto surgiu sob o brilho da tela — grosso, a glande reluzente de pré-sêmen. 
Ele não pediu. 
Empurrou a ponta contra minha entrada e forçou. 
A vagina cedeu molhada, engolindo cada centímetro enquanto eu gemia alto, as paredes internas se alargando ao redor da carne quente. 
As estocadas começaram rápidas, brutais — o quadril dele batendo contra minhas coxas, o som da pele molhada ecoando no quarto escuro.

Meus quadris foram agarrados com força, os dedos dele cavando marcas vermelhas na carne. 
Ele me puxava contra cada investida, o pênis afundando até a base, os sacos batendo molhados contra meu períneo. 
O líquido vaginal espirrava a cada estocada, escorrendo pelas coxas e pingando no lençol. 
Meu clitóris era esfregado contra a pelve dele, o atrito arrancando gemidos agudos que eu não conseguia conter.

A verdade veio em espasmos — a vagina contraiu ao redor do pênis, apertando em ondas involuntárias. 
Gritei palavras ininteligíveis, o corpo arqueando, os olhos revirando sob a luz da tela. 
Ele gemeu grave e empurrou fundo uma última vez, o pênis pulsando enquanto o sêmen quente jorrava no meu canal. 
Senti o líquido se espalhar, misturando-se ao meu orgasmo que escorria em jatos. 
O sêmen e o líquido vaginal escorrem da minha vagina manchando o lençol sob o brilho da tela.

O sêmen ainda escorria de mim, quente e espesso, descendo pelas coxas trêmulas. 
Meu peito subia e descia ofegante, cada respiração puxando o cheiro dele para dentro dos meus pulmões. 
A poça morna no lençol crescia — líquido vaginal e sêmen misturados, a prova física do que meu corpo confessou. 
Olhei para ele. 
Seus olhos ainda dilatados encontraram os meus. 
Não havia vergonha ali — só a atração sedenta que agora era mútua, escancarada, irreversível. 
O brilho da tela ainda pulsava no canto do quarto, a mensagem esquecida sobre o criado-mudo. 
Não precisava mais de resposta. 
A verdade já estava entregue, manchada nos lençóis, latejando entre minhas pernas. 
Encostei a mão sobre a dele e sussurrei: 
"Eu quis isso desde a mensagem."




Cléia Fialho

quinta-feira, 9 de abril de 2015

CHAMAS DO DESEJO




Tua boca me enlouquece,
cada toque é vertigem,
cada beijo é incêndio,
cada gemido me arrasta ao abismo.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

CORPOS EM SELVAGERIA

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

terça-feira, 7 de abril de 2015

SEDUÇÃO SELVAGEM




Teu ar de inocência me enlouquece,
mas é tua luxúria que me rasga.
Raios de desejo queimam minha pele nua,
cada detalhe me despedaça, me despe,

segunda-feira, 6 de abril de 2015

RASTRO DE FÚRIA




Eu sou ternura,  
e sou fera em cio,  
sou vertigem que rasga,  
sou carne que implora e devora.