A PENETRAÇÃO QUE RASGA
Meus dedos ainda estão úmidos, suspensos no ar frio, quando ele desce a mão até o pau.
A pele queima contra minha palma, rígida, pulsante, viva.
Ele envolve meus dedos com os dele e aperta, forçando a pressão na base, e o gemido que escapa da garganta dele é rouco, curto, engolido pelo silêncio do quarto.
Sinto cada batida do sangue sob a pele esticada, o calor

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