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sexta-feira, 24 de abril de 2026

SOU EU, NO FIM




Sou eu,
quem veste esta carne estranha,
que vibra, que arde, que sonha,
sem pedir permissão à razão.

Sou eu,
mesmo quando a mente divaga,
e a lógica, por vezes, se apaga
nas sombras do coração.

Este enigma que me habita,
me inquieta e me limita,
tem o gosto do eterno porquê...
Mas é meu. E sigo com ele,
mesmo sem entender o que é.

Não sou máquina nem decreto,
nem esboço de um projeto
de um deus feito em manual.

Sou caos, sou verbo imperfeito,
sou pergunta, sou defeito,
mas sou vivo, afinal.

E se não há consenso entre os dois —
o corpo que pulsa sem freio
e a mente que pede sossego —
eu danço neste meio
sem regra, sem apego,
tentando fazer meu próprio sinal.

Porque mesmo entre abismos e contradições,
entre choques, vontades, prisões…
sou eu — com todas as minhas versões —
quem responde por mim.
Sou eu, no fim.



Cléia Fialho

Linda interação do Amigo Poeta DUICE

És tu
quem clama entre os versos,
quem geme poemas de desejo
quando sentes com paixão ardente
e gritas com fervor.
És tu
quem vibra no caos do fogo,
quem sente minha carne
rasgando e profanando a tua
sem descanso.


🌸 GRATIDÃO 🌸

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Um comentário:

  1. Eres tú
    la que grita entre versos,
    la que gime poemas de deseo
    cuando sientes con ardiente pasión
    y clamas con fervor.
    Eres tú
    la que vibra en el caos del fuego,
    la que siente mi carne
    hendiendo y profanando la tuya
    sin sosiego.

    Beijos doces.

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