No abraço do crepúsculo,
as sombras se entrelaçam,
sussurros aveludados de pele contra pele,
lábios traçam a jornada do fogo e do desejo,
uma sinfonia de batimentos cardíacos,
selvagens e indomáveis.
Sob o olhar atento da lua,
cada toque incendeia a escuridão com anseio,
corpos falando a linguagem do calor,
primitiva, crua e intensamente viva.
Nesse caos sagrado, nos entregamos,
eclipsando a razão com uma entrega elétrica,
nas profundezas da noite,
florescemos como flores da meia-noite.
