No toque suave, desejo se inflama,
Olhares cruzados, ardor que chama,
E o fogo no peito já proclama.
Mãos que desenham mapas de morar,
Pulsos que se encontram, tempo a dobrar.
Respira a noite, envolvem-se as fibras,
Silêncios viram música entre sombras e brisas,
O desejo vive em nós, ardente, vive!
E o mundo se fecha em nossos giros livres.
Queime a vergonha, acenda a ventura,
Cada toque é ânsia, cada gesto é cura,
Somos brasas antigas em nova ternura.
Sussurros ao vento, convite velado,
Pele que anseia, um arrepio ao lado,
Corpos que dançam num ritmo marcado,
O tempo suspira, eterno e encantado.
❦
Cléia Fialho

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