❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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quarta-feira, 2 de abril de 2025

RASTRO DE CARÍCIAS



ROUBANDO-TE EM PALAVRAS



terça-feira, 1 de abril de 2025

MEU DESEJO SACIADO




Eu quero provar de ti
 do teu corpo o calor
 degustando teu sabor...

 Eu quero sentir em ti
 meu desejo saciado
 no teu corpo alvorotado...

 Eu quero sugar em ti
 teu prazer derramado
 condensado e depositado...

 Eu quero beber em ti
 cada gotícula de paixão
 o teu relento de tesão...

 Eu quero esfregar em ti
 com devassa sofreguidão
 o meu gozo em frenesi...



Cléia Fialho

UM PONTO DE PARTIDA




Nas sombras do desamor, um vazio a habitar
Corações outrora unidos, agora a se afastar
Palavras que antes eram doces como mel
Se tornam facas, cortando a pele a fel.
 
No silêncio pesado, ecoam as lembranças
Momentos compartilhados e esperanças
Como inverno, congela os sentimentos
Torna afeto em prantos e lamentos.
 
Olhares que um dia tinham ternura
Agora se desviam, perdendo a candura
Promessas quebradas como cristais frágeis
Um vento que sopra as fagulhas hábeis.
 
Nas ruínas do que foi outrora amor
Há espaço para a cura e renascer da dor
Desamor pode ser um ponto de partida
Encontrar a si mesmo, a jornada revivida.
 
No desamor, mesmo que a dor seja intensa
Aprendemos lições profundas e imensas
Escola da vida, onde feridas se transformam
Em sabedoria e força, em lágrimas se formam.
 
Eu ergo a cabeça diante do desamor
Como fênix renascendo, buscando o ardor
Lições que me vem de histórias vividas
Encontro força para reconstruir a vida.




Cléia Fialho

segunda-feira, 31 de março de 2025

DESEJO VERTENTE




No compasso sutil do desejo vertente
Corpos entrelaçados em nó envolvente
Sensações que pulsam na pele, no arrepio
Um poema de prazer, intenso e desafio.
 
A cada toque, a chama se acende
Paixão que nos envolve, nos rende
No jogo dos corpos, um êxtase divino
Sensualidade que transcende o destino.
 
Entre suspiros e gemidos apaixonados
Em odes líricos, êxtase são declamados
O amor se manifesta em cada movimento
Um poema sensual, intenso e sedento.
 
Nesse toque entre corpos, somos só um
Explorando limites do prazer descomum
E nessa enunciação libidinosa constante
Vivemos a paixão que nos consome incessante.



Cléia Fialho

POR TODOS CANTOS DO MUNDO




No jardim da existência, a paz floresce
Perfume suave que acalma e engrandece
Harmonia que dança nas sinfonias da vida
Serenidade que acalenta a alma ferida.
 
Paz é o abraço que acolhe sem julgar
A compreensão que nos faz reconciliar
A esperança renovada a cada amanhecer
A certeza de que o amor pode prevalecer.
 
Que a paz seja nosso farol e inspiração
Guiando-nos rumo ao afeto e união
Se estenda por todos cantos do mundo
Transformando ódio em amor profundo.



Cléia Fialho

domingo, 30 de março de 2025

COLA TUA BOCA NA MINHA



TEMPOS BONS QUE NÃO VOLTAM MAIS




Nos cantos da minh'alma, ecoam os tempos idos
Tempos bons que deixaram saudade no peito
Como brisa suave, acaricia o rosto esquecido
Memórias se entrelaçam, em um doce efeito.
 
Aqueles tempos bons que não voltam mais
Estrelas distantes, a brilhar no céu da lembrança
Momentos como rios que não desfazem os cais
Que fluem em mim, um laço que não se cansa.
 
Risadas compartilhadas, na inocência do olhar
Juventude dançava, sem medo do que viria
Encontro alicerce das memórias a me embalar
O calor dos afetos, a luz que não se extinguia.



Cléia Fialho

sábado, 29 de março de 2025

ANJO DO PRAZER




Quero ser dona
 Dos seus sentimentos
 Do seu tesão
 À todos os momentos
 Do seu corpo
 Da sua excitação...

 Rouba-lhe o sossego
 Deitar-me no aconchego
 Que seu abraço me oferece
 Onde seu calor me aquece
 Escraviza e enlouquece...

 Quero alimentar-me do prazer
 Que estás à oferecer
 Sem nada em troca pedir
 Querendo apenas sentir
 O quanto bem me faz
 Esse desejo e essa paz
 Que vem do seu ser
 Meu anjo do prazer.



Cléia Fialho

MAREJANDO NESSE AMOR



sexta-feira, 28 de março de 2025

MADRUGADA SEDENTA




Madrugada sedenta tomada de tesão
 Entro por debaixo do lençol a procurar
 Libido ardente feito lavas de vulcão
 Encontro o licor que vem me acalmar.

 Aroma entorpecente, doce pecado
 Corpo sumoso, saborosa tentação
 Deleitoso teor do peito transpirado
 Onde me perco e encontro redenção.

 Obra de arte que a luxúria inspira
 Prazer libertino que a boca suspira
 Conduzida pelo instinto da sedução.

 Borbulhas germinam gozo em fulgor
 Saciando o apetite lascivo do amor
 Serenando enfim tão louca paixão.



Cléia Fialho

O INFINITO NO FINITO



quinta-feira, 27 de março de 2025

ABISMO DA PERDIÇÃO




Julgados por nossas fantasias
 Sentenciados por nossa paixão
 Condenados por nossos beijos
 Aprisionados por nosso tesão
 Submissos aos nossos desejos.

Presos nas grades da sedução
Reféns da pele e do coração
Cúmplices do que nos consome
Sem juízes, apenas nosso nome
Ecoando no abismo da perdição.



Cléia Fialho
O Experimental Almognose
é uma criação da Poetisa ANA LUCIA S PAIVA

RIO QUE SERPENTEIA





Entre a luz e a sombra, 
a vida se desenha
Histórias enlaçadas, 
teia que não se ateia

As ações são como um 
rio que serpenteia
Na medula do ser, 
o transcurso se empenha.


Cléia Fialho

quarta-feira, 26 de março de 2025

GRITOS E GEMIDOS




Perder-me em tua libido
Pulsão animal destemido
Quero gritos e gemidos
Até o orgasmo alcançar
Num voluptuoso cavalgar.

A pele em brasa, rendida
Entrega plena, tão ardida
Na dança louca e atrevida
Corpos que vão se encontrar
Fogo que insiste em queimar.  

O desejo, chama acesa
Explode em rima e surpresa
Na volúpia, a natureza
Do amor a se completar
Até no êxtase transbordar.


Cléia Fialho
O Experimental Almognose é uma criação
da Poetisa ANA LUCIA S PAIVA