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domingo, 12 de abril de 2015
DUAS MULHERES E UM HOMEM
sábado, 11 de abril de 2015
A COREOGRAFIA DA BOCA
A boca dela encontrou-lhe o pescoço e ele deixou de respirar. A língua arrastou-se da clavícula até à orelha, lenta, deixando um rasto de saliva que arrefeceu na pele antes que ela soprasse por cima. Ele estremeceu. As mãos fecharam-se em punhos contra o colchão. — Saboreia-me — sussurrou ele, a vo…
sexta-feira, 10 de abril de 2015
O NÉCTAR DA TROCA
A tela brilhou no escuro e a mensagem queimou meus olhos antes mesmo que eu pudesse desviar. Cada palavra pulsava como se tivesse sido escrita com a ponta dos dedos dele percorrendo minha pele. Meu corpo reagiu antes da mente — as coxas se apertaram sozinhas, uma contra a outra, e senti o tecido da…
quinta-feira, 9 de abril de 2015
A MULHER QUE TREME
As mãos dela tremiam. Anne sentia os dedos contra o próprio ventre, incapaz de aquietá-los, enquanto Edu se aproximava na penumbra do quarto. A respiração falhou quando os dedos dele roçaram seus ombros por cima do tecido fino da blusa — um toque lento, provocante, que deslizou pela curva dos braço…
quarta-feira, 8 de abril de 2015
O SEIOS Á MERCÊ
ELa montou-o devagar, os joelhos afundando no colchão, as coxas abertas sobre os quadris dele. A glande encostou na entrada molhada e ela desceu — um centímetro, depois outro — a vagina engolindo o pau com uma lentidão que fazia os dois prenderem a respiração. O suco escorreu pela base, quente, e e…
terça-feira, 7 de abril de 2015
SELVAGEM NA CAMA
Ela apoia as mãos no lençol revolvido e arqueia as costas, oferecendo os quadris para trás. O corpo treme de antecipação, os seios cheios balançam com o movimento. A noite abafada cola os cabelos soltos na nuca suada. Ele se ajoelha atrás dela e posiciona os joelhos entre suas coxas, forçando-as a s…
segunda-feira, 6 de abril de 2015
O CÚ QUE CHORA
Ela se ajoelhou na cama sem que ele dissesse nada. Os joelhos afundaram no colchão, as coxas se abriram devagar, e ela empinou o rabo — a curva das nádegas exposta sob a luz fraca do abajur, o cu apertado e escuro entre elas. Esperou. O silêncio dele atrás dela era mais pesado que qualquer ordem. El…
domingo, 5 de abril de 2015
SOB A MESA
O quarto estava escuro, cortado apenas pela luz alaranjada da rua que atravessava a persiana. Ela estava deitada de costas, imóvel, os olhos abertos no teto. Sentia o calor do corpo dele a centímetros, a cama estreita tornando impossível qualquer distância. A respiração dele era lenta, mas ela sabi…
sábado, 4 de abril de 2015
A PERNA SOBRE O BRAÇO
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sexta-feira, 3 de abril de 2015
TÃO TUA EM TI
A luz da rua entrava pela janela e recortava o corpo dela na cama, um retângulo pálido sobre a curva da anca. Ele estava de pé à beira do colchão, os ombros largos contra a penumbra, e ela sentiu o peso do olhar dele antes mesmo de ouvir a voz. — Vem. Não era um pedido. Ela ergueu-se devagar, o cabe…
quinta-feira, 2 de abril de 2015
A ÚLTIMA NOITE
Quem acompanha minha história já sabe: a relação com ele chegou ao fim faz tempo. Já não existe o que existia antes, já não somos o que fomos um dia. Mas uma coisa permanece — o sexo ainda é bom. Quando acontece, claro. Na quinta-feira, ele apareceu por aqui depois da aula. Acho que os dois sentiam …