❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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domingo, 23 de fevereiro de 2025

FAZ MINH'ALMA DELIRAR




Teu sorriso é tão belo
Cheiro doce, lábios singelos
Leva amor em seu caminho
Como pétalas e carinho.

Teu semblante é um encanto
Meigo afago, doce acalanto
Laço forte de emoção
Abrigo, paz e proteção.

Tua face delicada
Me faz sentir tão amada
Eterniza o meu desejo
Nos abraços e num beijo.

Teu olhar, pura paixão
Domina meu o coração
Faz minh’alma delirar
Eterniza o meu amar.



Cléia Fialho

A CORRIDA E O CAOS

 


sábado, 22 de fevereiro de 2025

SUOR COM AREIA




Quero amar-te no mar como sereia
Misto gostoso de suor com areia
Deixarei meu barco derivar
Para em teu porto venha ancorar

Em tuas águas eu me afundo
Num mergulho libertino e profundo
Acasalamento em rítmo de dança
Beijo molhado doce que amansa

A tua maresia é gostosa de inalar
Seduz-me tuas fortes marés ondear
Navegarei tuas enturvas correntes
Banhando-me em tuas vertentes.



Cléia Fialho

SIGO A ESMO

 



Pela estrada sigo a esmo
Vou moldando meu viver
Cada passo é um retrato
Que o destino vem tecer.

Sol se põe, a lua brilha
Tempo dança sem parar
Vou colhendo cada instante
Que a vida quer me dar.

Se há espinhos no caminho
Há também um lindo tom
Pois a vida é um poema
Que se escreve em cada som.



Cléia Fialho

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

TE AMAREI EM VERSOS




Vou fazer amor com você
 Em forma de poesia
 Inspirar-me em seu corpo
 E compor uma melodia.

 Poema em movimentação
 Realizando suas fantasias
 Explorando o seu tesão.

 Vou consumir-te aos poucos
 Rompendo todas as barreiras
 Em prazeres deixar-te louco
 Esgotar-te numa canseira.

 Falarei ao seu ouvido
 Tocarei seu coração
 Roubarei-te os gemidos
 Com libidinosa sedução.

 Serpenteando vou beijar
 Seu túmido sexo latente
 Minha fenda vai destilar
 Meu gozo ávido e quente.

 Assim te amarei em versos
E me darei em cada trova
 Em orgasmos submersos
 Dentro de minha alcova.



Cléia Fialho

O POETA E A MUSA

 


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

O QUE É O AMOR?



O que é o amor?
Assim me perguntaram...
A resposta só quem sabe
São aqueles que já amaram...

Daí então eu respondi
Tudo que na hora senti

Para mim o Amor
Se encontra no espaço
Que há entre o teu peito
De um lado à outro do teu braço
O Amor envolve-me inteira...
Cabe dentro do teu abraço.


Cléia Fialho

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

domingo, 16 de fevereiro de 2025

GALOPE SEDENTO




E abro-me para te receber
 quando vens à galope sedento...

 Sugo e bebo desse prazer
 que tens para mim guardado...

 Dessa fonte à transverter
 saboreio o doce pecado.



Cléia Fialho

MEUS SONHOS POÉTICOS



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

A DEGUSTAÇÃO É PLENA




Na cobiça de desejos
Ardentes abraços
O calor da paixão
Nos lábios, nos traços

Corpos que se deleitam
Na noite serena
Fulgores e sabores
A degustação é plena.



Cléia Fialho

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

MEU CORPO VERSEJA




Leia-me com a pele
Com olhos que deseja
Nas entrelinhas e rimas
Meu corpo verseja

Poemas são danças
Como convites ao prazer
Mesclando versos e devaneios
Desejos condizer.



Cléia Fialho

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

AMOR É...




Amor é a luz que ilumina o caminho
Um sentimento puro, eterno e divino.
Amor é o fogo que arde sem se apagar
Uma força poderosa que nos faz amar.
 
Amor é a música que toca o coração
Uma melodia eterna, plena de emoção.
Amor é a poesia que nos faz sonhar
Uma escrita divina que nos faz amar.
 
Amor é a coragem de se entregar
Sentimento nobre, difícil de explicar.
Amor é o elo que une corações
Energia sublime, além das ilusões.
 
Amor é a chave que abre o coração
Sentimento, que a tudo dá razão. 
Amor é a luz que guia os passos
Força imensurável, além dos abraços.



Cléia Fialho

QUIMERAS DE UM FUTURO




Broto floreado à espera de um mimo
 Lírica melodia refreada no leito
 Sopro lhano embargado no peito
 Renovando a flama de afeto sublimo.

 Fortalece o sentimento que outrora
 O ciclo da vida jamais suprimiu
 À noite poética dos lábios exprimiu
 De dia as odes magníficas tal aurora.

 No flagrante nossos espíritos se unem
 E as almas sorridentes se integram
 Nossos corpos ternos se assumem.

Como crianças com doces se alegram
 Quimeras de um auspicioso futuro
 Externando nosso amor singelo e puro.



Cléia Fialho