O quarto é selva.
Não há ternura, só urgência.
As roupas são arrancadas como se fossem inimigas.
A boca invade, morde, suga, devora.
Ela se abre inteira, sem resistência.
O corpo vibra em espasmos, em vertigem.
Cada toque é choque.
Cada penetração é impacto.
O prazer é cru, é brutal, é animal.
Ele a domina com força.
Os dentes marcam,
a língua percorre territórios proibidos.
O gozo é tempestade, é terremoto.
Ela grita, uiva, implora mais.
O corpo se perde, se rasga, se entrega.
❦
Cléia Fialho

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