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segunda-feira, 9 de março de 2015

AS MARCAS DO TEU CORPO




Tento empurrar o peito dele, mas suas mãos largas fecham meus pulsos e os prendem acima da minha cabeça.
O peso do corpo dele me afunda no colchão.
Ele aperta meus quadris com força, os dedos cravando até a pele arder 
— as primeiras marcas vermelhas já nascem ali.
Minhas costas arqueiam sozinhas, a respiração falha quando ele força minhas coxas para baixo e abre minhas pernas.
Cravo as unhas nos antebraços dele, arranhando a pele num reflexo inútil.
Ele rosna e desce a boca no meu pescoço, mordendo até eu gemer alto.


Ele me solta os pulsos e agarra meus quadris com as duas mãos.
Os dedos cravam na carne, exatamente sobre as marcas vermelhas que já doem.
Puxo o ar entre os dentes, mas não desvio o olhar.
Ele se ajeita entre minhas pernas abertas e empurra o pau duro e grosso na minha buceta molhada com uma estocada única e brutal.
Entra até a base de uma vez, rasgando o caminho, e eu grito.
Minha vagina aperta em volta dele num espasmo involuntário, o líquido quente escorrendo pela fenda e lambendo a pele das coxas.


Ele não espera.
As mãos dele fecham meus quadris com os dez dedos, apertando até a carne ceder, até eu sentir os ossos, até a dor virar uma queimação surda que vai virar roxo.
Ele me puxa contra o próprio corpo a cada estocada, a pelve batendo na minha num ritmo rápido e seco.
O som é de carne contra carne molhada, um estalo úmido que enche o quarto escuro.
Minhas costas arqueiam sozinhas, as pernas tremem, e um gemido agudo escapa da minha garganta 
— um som que não reconheço, arrancado do fundo do ventre.


O gozo vem rasgando.
Não pede licença.
Sobe pelas coxas, contrai a barriga, explode na minha vagina em espasmos que apertam o pau dele sem controle.
Jorro líquido quente que encharca os lençóis e escorre pelas minhas pernas.
Grito de novo, a voz falhando, o corpo inteiro tremendo incontrolavelmente.
Ele rosna e acelera — três estocadas mais rápidas, o pau pulsando dentro de mim, e então goza fundo.
Sinto o esperma quente e espesso encher minha buceta, o líquido dele se misturando ao meu enquanto ele despeja tudo com um rosnado grave.


Ele sai de dentro de mim devagar.
O esperma vaza pela fenda, escorre devagar e pinga no lençol.
Meu corpo despenca moído no colchão, tremendo, com as digitais roxas nos quadris e o esperma escorrendo pela perna.
Meus dedos deslizam devagar sobre as digitais roxas nos quadris.
A carne dói, lateja sob a ponta dos dedos.
Cada marca pulsa como um coração pequeno e machucado.
O esperma dele escapa da minha boceta inchada, um fio espesso que desce pela fenda, morno, até molhar o lençol.


Eu sorrio.
Exausta.
Destruída.
Fui a vítima perfeita.
O sublime veio quando meu corpo deixou de ser meu.
Fecho os olhos com as mãos pousadas sobre as digitais, o corpo marcado e em paz.






Cléia Fialho

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