Os poetas nunca se despedem
Pois na poesia encontrarão eternidade
Como um facho de luz que acende a esperança
Mesmo em terreno áspero, como pedras no caminho.
Pois na poesia encontrarão eternidade
Como um facho de luz que acende a esperança
Mesmo em terreno áspero, como pedras no caminho.
Mas a água do rio fluirá livre entre essas pedras
Como a seda correndo suavemente
E preencherá cada fenda,
como as palavras preenchem a noite.
Os poetas nunca morrem
enquanto o clamor da escrita persistir
Um clamor louco que habita o âmago
de noss'alma, sob o calor da vida.
❦
Cléia Fialho

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Yo había escuchado una afirmación similar de los roqueros, pero como bien nos explicas en tu bonito poema de estos y demás personas siempre nos quedaran sus obras. Estas obras dependiendo de su importancia serán mas o menos conocidas.
ResponderExcluirSaludos.
Se eles morressem, o mundo se tornaria cinza e sem graça, Ana.
ResponderExcluirVida eterna aos poetas e poetisas.