Na relva macia, ao sopro do vento,
corpos se buscam num doce momento.
Na dança da pele, suspiros se vão,
Em meio ao trigo, beijos se acendem,
nos lábios que ousam, desejos estendem.
Carícias flamejam, em laços tão quentes,
os céus se curvam aos corpos ardentes.
O orvalho das flores beija os amantes,
que seguem os passos, tão delirantes.
Em poesias, o prazer se escreve,
na terra e no céu, o amor se atreve.
Sem medo ou pudor, em sonho e verdade,
a alma se abre à sensualidade.
Rodando no tempo, num só alvorecer,
sussurra o campo o prazer de viver.
E assim na ciranda, paixão sem medida,
vive-se o gozo, celebra-se a vida.
Entrelaçados, num canto fremente,
colhem os frutos do amor em semente.

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Apasionado poema. Te mando un beso.
ResponderExcluirCon cuanta delicadeza te fluyen versos cargados de sensualidad.
ResponderExcluirSaludos.
Ahhhhh... o teu poema me toca profundamente!
ResponderExcluirHá luz e suor, febre e sussurros, tesão... há o desejo consumindo os corpos em delírio.
Cada instante se prolonga no infinito onde nos projetamos em busca do prazer.
E quando chega o momento, tudo é um só corpo, um só grito que ecoa até ao fim do tempo!
Beijos, querida. Grato pela belas palavras que me deixaste!