um suco denso, rubro, escorrendo em meus lábios.
Não há jardim, mas selva úmida onde o desejo
é raiz que se aprofunda, sem pudor, na terra escura.
Tua pele, mapa ardente de promessas mudas,
onde a fome tateia, cega, por cada dobra.
Somos tempestade e raio, maré alta e espuma,
um grito rouco que rasga o silêncio da carne.
Incêndio sob a pele, mel e suor entrelaçados,
até que o mundo exterior seja apenas fumaça.
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Cléia Fialho

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La quietud de la noche parece el habitad ideal para que nuestros sueños florezcan.
ResponderExcluirEstos sueños parece que fueron las musas que inspiraron tan bello poema.
Saludos.
es muy educativo mostrar diferentes estilos de haceE poesía como tú nos muestras siempre. Obrigado.
ResponderExcluirBeijos doces, Cléia.