🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🐾
🌶️ CONTEÚDO ERÓTICO 🌶️ +18 🔞 🌶️

🐾 SE EU FOSSE FALAR EM POESIA E NAS MINHAS VONTADES 🐾 AFRODITE NEM EXISTIRIA E KAMA SUTRA SERIA BOBAGEM 🐾

sexta-feira, 17 de abril de 2015

FRUTOS MADUROS




Dos prazeres que a vida nos dá a colher,
não quero os que pendem mansos dos ramos.
Quero os que se escondem no fundo do teu sexo,
os que só se entregam quando a minha boca

quinta-feira, 16 de abril de 2015

AREIA ENTRE OS DEDOS




Ela saiu da água com o corpo ainda quente de sol, os cabelos escorrendo sal nos ombros. 
Beto apareceu na frente dela, o sorriso torto bloqueando o caminho de volta para os amigos.

— Vem cá.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

POSSE PROFANA




Tuas mãos escapam de ti,
molhadas de prazer,
tocam minha boca,
provocam minha fome,

terça-feira, 14 de abril de 2015

DELÍRIO INSUBMISSO




Escrevo com tua pele,
bebo no ardor da tua boca,
me enrosco no aperto dos teus braços,
e reflito o calor que me consome inteira.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

FOGO INSACIÁVEL




Está tudo aceso em mim,  
você e eu, vertigem pura.  
Molha-me os espaços,  
guia-me pela tua boca,  

domingo, 12 de abril de 2015

LEOA EM CHAMAS




Sou leoa em cio,  
selvagem na tua cama,  
minha pele arde em desejo,  
meu corpo implora tua posse.  

sábado, 11 de abril de 2015

A MULHER EM CHAMAS




A mulher que vibra em mim  
não espera, devora,  
te deseja como fera faminta,  
te chama em cada manhã febril,  

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O NÉCTAR DA TROCA




A tela brilhou no escuro e a mensagem queimou meus olhos antes mesmo que eu pudesse desviar. 
Cada palavra pulsava como se tivesse sido escrita com a ponta dos dedos dele percorrendo minha pele. 
Meu corpo reagiu antes da mente — as coxas se apertaram sozinhas, uma contra a outra, e senti o tecido da calcinha umedecendo devagar, o líquido morno vazando sem pedir licença. 
Respirei fundo e meus dedos desceram pelo baixo-ventre, roçando o clitóris por cima do algodão molhado, um choque mínimo que me arrancou um suspiro trêmulo. Digitei qualquer coisa — uma resposta truncada, sem coragem de enviar. 
A porta se abriu. 
Ele entrou. 
Os olhos fixos em mim sob o brilho da tela. 
Fechou a porta e disse: "Deixe a tela acesa."

Ele não esperou. 
As mãos firmes agarraram a barra da minha calcinha e puxaram com força — o algodão cedeu, o elástico estalou contra minha pele, e o tecido úmido foi arrancado num só gesto. 
Senti o ar frio tocar a vulva exposta, os lábios inchados e brilhando de líquido. 
Ele me empurrou de costas na cama, o colchão afundando sob meu peso, e se posicionou entre minhas coxas abertas.

O pênis ereto surgiu sob o brilho da tela — grosso, a glande reluzente de pré-sêmen. 
Ele não pediu. 
Empurrou a ponta contra minha entrada e forçou. 
A vagina cedeu molhada, engolindo cada centímetro enquanto eu gemia alto, as paredes internas se alargando ao redor da carne quente. 
As estocadas começaram rápidas, brutais — o quadril dele batendo contra minhas coxas, o som da pele molhada ecoando no quarto escuro.

Meus quadris foram agarrados com força, os dedos dele cavando marcas vermelhas na carne. 
Ele me puxava contra cada investida, o pênis afundando até a base, os sacos batendo molhados contra meu períneo. 
O líquido vaginal espirrava a cada estocada, escorrendo pelas coxas e pingando no lençol. 
Meu clitóris era esfregado contra a pelve dele, o atrito arrancando gemidos agudos que eu não conseguia conter.

A verdade veio em espasmos — a vagina contraiu ao redor do pênis, apertando em ondas involuntárias. 
Gritei palavras ininteligíveis, o corpo arqueando, os olhos revirando sob a luz da tela. 
Ele gemeu grave e empurrou fundo uma última vez, o pênis pulsando enquanto o sêmen quente jorrava no meu canal. 
Senti o líquido se espalhar, misturando-se ao meu orgasmo que escorria em jatos. 
O sêmen e o líquido vaginal escorrem da minha vagina manchando o lençol sob o brilho da tela.

O sêmen ainda escorria de mim, quente e espesso, descendo pelas coxas trêmulas. 
Meu peito subia e descia ofegante, cada respiração puxando o cheiro dele para dentro dos meus pulmões. 
A poça morna no lençol crescia — líquido vaginal e sêmen misturados, a prova física do que meu corpo confessou. 
Olhei para ele. 
Seus olhos ainda dilatados encontraram os meus. 
Não havia vergonha ali — só a atração sedenta que agora era mútua, escancarada, irreversível. 
O brilho da tela ainda pulsava no canto do quarto, a mensagem esquecida sobre o criado-mudo. 
Não precisava mais de resposta. 
A verdade já estava entregue, manchada nos lençóis, latejando entre minhas pernas. 
Encostei a mão sobre a dele e sussurrei: 
"Eu quis isso desde a mensagem."




Cléia Fialho

quinta-feira, 9 de abril de 2015

CHAMAS DO DESEJO




Tua boca me enlouquece,
cada toque é vertigem,
cada beijo é incêndio,
cada gemido me arrasta ao abismo.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

CORPOS EM SELVAGERIA

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terça-feira, 7 de abril de 2015

SEDUÇÃO SELVAGEM




Teu ar de inocência me enlouquece,
mas é tua luxúria que me rasga.
Raios de desejo queimam minha pele nua,
cada detalhe me despedaça, me despe,