domingo, 19 de abril de 2015
CARÍCIAS QUE RASGAM
sábado, 18 de abril de 2015
FRUTOS MADUROS
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sexta-feira, 17 de abril de 2015
FRUTOS MADUROS
quinta-feira, 16 de abril de 2015
AREIA ENTRE OS DEDOS
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quarta-feira, 15 de abril de 2015
POSSE PROFANA
terça-feira, 14 de abril de 2015
DELÍRIO INSUBMISSO
segunda-feira, 13 de abril de 2015
FOGO INSACIÁVEL
domingo, 12 de abril de 2015
LEOA EM CHAMAS
sábado, 11 de abril de 2015
A MULHER EM CHAMAS
sexta-feira, 10 de abril de 2015
O NÉCTAR DA TROCA
A tela brilhou no escuro e a mensagem queimou meus olhos antes mesmo que eu pudesse desviar.
Cada palavra pulsava como se tivesse sido escrita com a ponta dos dedos dele percorrendo minha pele.
Meu corpo reagiu antes da mente — as coxas se apertaram sozinhas, uma contra a outra, e senti o tecido da calcinha umedecendo devagar, o líquido morno vazando sem pedir licença.
Respirei fundo e meus dedos desceram pelo baixo-ventre, roçando o clitóris por cima do algodão molhado, um choque mínimo que me arrancou um suspiro trêmulo. Digitei qualquer coisa — uma resposta truncada, sem coragem de enviar.
A porta se abriu.
Ele entrou.
Os olhos fixos em mim sob o brilho da tela.
Fechou a porta e disse: "Deixe a tela acesa."
Ele não esperou.
As mãos firmes agarraram a barra da minha calcinha e puxaram com força — o algodão cedeu, o elástico estalou contra minha pele, e o tecido úmido foi arrancado num só gesto.
Senti o ar frio tocar a vulva exposta, os lábios inchados e brilhando de líquido.
Ele me empurrou de costas na cama, o colchão afundando sob meu peso, e se posicionou entre minhas coxas abertas.
O pênis ereto surgiu sob o brilho da tela — grosso, a glande reluzente de pré-sêmen.
Ele não pediu.
Empurrou a ponta contra minha entrada e forçou.
A vagina cedeu molhada, engolindo cada centímetro enquanto eu gemia alto, as paredes internas se alargando ao redor da carne quente.
As estocadas começaram rápidas, brutais — o quadril dele batendo contra minhas coxas, o som da pele molhada ecoando no quarto escuro.
Meus quadris foram agarrados com força, os dedos dele cavando marcas vermelhas na carne.
Ele me puxava contra cada investida, o pênis afundando até a base, os sacos batendo molhados contra meu períneo.
O líquido vaginal espirrava a cada estocada, escorrendo pelas coxas e pingando no lençol.
Meu clitóris era esfregado contra a pelve dele, o atrito arrancando gemidos agudos que eu não conseguia conter.
A verdade veio em espasmos — a vagina contraiu ao redor do pênis, apertando em ondas involuntárias.
Gritei palavras ininteligíveis, o corpo arqueando, os olhos revirando sob a luz da tela.
Ele gemeu grave e empurrou fundo uma última vez, o pênis pulsando enquanto o sêmen quente jorrava no meu canal.
Senti o líquido se espalhar, misturando-se ao meu orgasmo que escorria em jatos.
O sêmen e o líquido vaginal escorrem da minha vagina manchando o lençol sob o brilho da tela.
O sêmen ainda escorria de mim, quente e espesso, descendo pelas coxas trêmulas.
Meu peito subia e descia ofegante, cada respiração puxando o cheiro dele para dentro dos meus pulmões.
A poça morna no lençol crescia — líquido vaginal e sêmen misturados, a prova física do que meu corpo confessou.
Olhei para ele.
Seus olhos ainda dilatados encontraram os meus.
Não havia vergonha ali — só a atração sedenta que agora era mútua, escancarada, irreversível.
O brilho da tela ainda pulsava no canto do quarto, a mensagem esquecida sobre o criado-mudo.
Não precisava mais de resposta.
A verdade já estava entregue, manchada nos lençóis, latejando entre minhas pernas.
Encostei a mão sobre a dele e sussurrei:
"Eu quis isso desde a mensagem."
❦
Cléia Fialho
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quinta-feira, 9 de abril de 2015
CHAMAS DO DESEJO
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