Éramos jovens, famintos de prazer. Tua boca mergulhava em minha carne, tua cabeça repousava em minha pélvis, meus segredos ardendo em calor.
Eu não acreditava na sorte: apaixonados, entregues, devorados. Teu falo endurecia só de estar comigo.Meu corpo era território aberto, cada curva explorada por tuas mãos. Do banco de trás à areia da praia, onde o mar nos assistia em silêncio. Eu trabalhava tua ereção com tesão intenso, sempre fui abrigo quente, sempre fui convite sem pudor.
Tu eras amante voraz, eu mais que desejo, eu febre. Sempre buscávamos saciar um ao outro, jogo de corpos sem hesitação. Nunca duvidamos da entrega, nunca faltou fogo em nossas tentativas.
Às vezes, o início era lento, minhas mãos brincavam com tua rigidez, meus dentes mordiscavam teus seios, minha boca sugava meu próprio prazer. Línguas se chocavam, dedos se afundavam, até que o gozo nos inundava em excesso.
Então vinha a viagem selvagem: por trás, de lado, de frente. Cada posição era fantasia, cada ritmo, uma explosão. Tu me fodia sem trégua, eu te dominava centímetro a centímetro.
Minha gruta te apertava com força, meus quadris dançavam em crime delicioso. Tu controlavas as estocadas, eu me abria em calor líquido. Não havia dúvida: gozávamos juntos, sempre, em mais uma festa de luxúria.

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