Está tudo aceso em mim,
você e eu, vertigem pura.
Molha-me os espaços,
guia-me pela tua boca,
faz da minha pele território de luxúria.
Me encara sedento, ousado,
no ímpeto que não se contém,
faz-me tua sem retorno.
Quero tua língua ardente,
explorando meus segredos,
fazendo-me perder o fôlego,
fazendo-me gritar sem pudor.
Quero tuas mãos firmes,
dedilhando minha loucura,
rasgando minha calma,
me incendiando inteira.
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