A ESPIRAL QUE DESMANCHA
Ainda flutuo naquele torpor quente que o corpo dele deixou em mim, os lençóis amassados grudando na pele úmida das costas.
A luz fraca da janela desenha contornos preguiçosos no quarto, mas é o peso da mão dele se aproximando do meu seio exposto que me ancora de volta ao presente.

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.png)
.jpg)
.jpg)

.jpg)