Nas delícias da carne não há limites,
minha boca percorre teu falo inteiro,
da ponta até o peso das tuas entranhas,
enquanto tua língua mergulha em minha gruta,
explorando cada segredo, cada fresta.
Chupar e ser chupada, um banquete sem igual. Desfazemos o enlace do sessenta e nove, partimos para a dança selvagem da penetração.
No gingado da foda, eu me perco, gemidos escapam, gritos rasgam o ar. Na intimidade, tudo é permitido, teu corpo me invade, me consome.
Hora por baixo, hora por cima, trepar é arte, e eu sou tela viva. Cada posição é encaixe perfeito, cada ritmo é explosão de prazer.
O suor escorre, o frenesi nos envolve, teus braços me prendem com firmeza, meu corpo se abre em delírio. E juntos, em êxtase, gozamos como se fosse a última vez.
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