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segunda-feira, 29 de abril de 2024
domingo, 28 de abril de 2024
sábado, 27 de abril de 2024
sexta-feira, 26 de abril de 2024
TOQUES E ATRITOS
Sedução de palavras, sussurros a ecoar
Erótica melodia, nosso corpo a dançar.
Dedilhar a pele em estrofes de carícia
Versos que flamam, a mais doce delícia
Nos lençóis, nosso enredo se desenha
Erótico conto, onde o prazer se empenha.
Sabor a sal e doce em nossos lábios nus
Na entrega do prazer, somos versos crus
Erótico é o caminho de toques e atritos.
quinta-feira, 25 de abril de 2024
JURAS DE AMOR II
Palavras suaves que corações abraçam
Na doce melodia do eviterno querer.
Floresce a promessa de nunca esmorecer
Mas cuidado, com este juramento feito
O amor verdadeiro é mais que um conceito.
As juras de amor, que sejam sempre sinceras
quarta-feira, 24 de abril de 2024
FLORES A FLORESCER
terça-feira, 23 de abril de 2024
segunda-feira, 22 de abril de 2024
ÊXTASE DOCE
Capcioso convite ao prazer e ao deleite
Entre risos e gemidos, momentos de paixão.
Descobrimos o poder da entrega e sedução
E nos sentidos que encontramos a essência
Na sensação do toque, no aroma, a olência.
Muitos instantes intensos de êxtase doce
domingo, 21 de abril de 2024
NAVEGAR EM TEUS POROS
É como desbravar mares desconhecidos,
Onde ondas sussurram segredos proibidos,
E o corpo se perde em êxtase e tormento.
Cada poro é um porto, um abrigo secreto,
Onde minhas mãos deslizam, explorando,
E os lábios encontram o doce encanto,
Na pele que arde, no desejo indiscreto.
Teus poros são estrelas como breu escuro,
Pontos de luz que guiam minha jornada,
E eu, marinheira apaixonada, não recuo.
Navego em ti, sem mapa, o ardor se acentua,
Afundo-me em teus poros, alma embriagada,
E descubro o amor que só em ti se perpetua.
sábado, 20 de abril de 2024
sexta-feira, 19 de abril de 2024
RECANTO DA NATUREZA
19 DE ABRIL - DIA DO POVO INDÍGENA
Nessa terra de mistérios e encantos, as florestas sussurram segredos antigos, e os rios fluem como veias pulsantes da terra mãe. Os povos indígenas, guardiões das tradições milenares, conhecem os segredos das plantas, dos animais e dos espíritos que habitam a natureza. Eles são os filhos da terra, que caminham em harmonia com todas as formas de vida, honrando os ensinamentos dos antepassados e os mistérios do cosmos.
Já os caboclos da Umbanda são os mensageiros entre o mundo material e espiritual, intermediários entre os homens e os deuses. São espíritos que viveram na Terra em tempos remotos, deixando um legado de sabedoria e amor que perdura além da morte. Com seus arcos e flechas, seus cantos e rezas, eles trazem cura, proteção e orientação para aqueles que buscam o caminho da luz.
Em meio às matas sombreadas e aos terreiros iluminados pelo luar, os encontros entre os povos indígenas e os caboclos da Umbanda são celebrações de vida e espiritualidade. As danças sagradas entrelaçam os movimentos dos corpos com a energia dos elementos, enquanto os cânticos ressoam como preces em direção aos céus.
Nessas jornadas espirituais, os saberes se fundem, os rituais se entrelaçam, e os corações se unem em uma teia de amor e respeito mútuo. Os povos indígenas ensinam a importância de honrar a terra e os antepassados, enquanto os caboclos da Umbanda trazem a luz da fé e da esperança para os que caminham na escuridão.
Assim, entre o pulsar do tambor e o perfume das ervas sagradas, os povos indígenas e os caboclos da Umbanda seguem tecendo os fios invisíveis que conectam o passado ao presente, o visível ao invisível, o humano ao divino. Em seu encontro sagrado, eles nos lembram da nossa essência espiritual e da nossa conexão com todas as formas de vida neste vasto e maravilhoso universo.



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