❦ ❦ ... AH ... MAS E SE EU FOSSE FALAR EM POESIAS ... E EM TODAS AS MINHAS VONTADES ... "AFRODITE" NEM EXISTIRIA ... E "KAMA SUTRA" SERIA BOBAGEM ... ❦ ❦

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segunda-feira, 29 de abril de 2024

DOCES E DENSOS





No jardim da paixão, florescemos,
Nossos olhares, cúmplices e ardentes,
Segredos sussurrados, doces e densos,
Cada pétala, um verso que escrevemos,
Em beijos roubados, momentos quentes.


Cléia Fialho
O Experimental Almognose é uma criação
Da Poetisa ANA LUCIA S PAIVA 

sexta-feira, 26 de abril de 2024

TOQUES E ATRITOS





Na penumbra do desejo, o prazer se revela
Teu olhar, a promessa, na noite se desvela
Sedução de palavras, sussurros a ecoar
Erótica melodia, nosso corpo a dançar.

Dedilhar a pele em estrofes de carícia
Versos que flamam, a mais doce delícia
Nos lençóis, nosso enredo se desenha
Erótico conto, onde o prazer se empenha.

Sabor a sal e doce em nossos lábios nus
Na entrega do prazer, somos versos crus
Revelamos segredos em gemidos inscritos
Erótico é o caminho de toques e atritos.



Cléia Fialho
O Experimental Tridoze Poético é uma criação
Da Poetisa Norma Aparecida Silveira Moraes 

quinta-feira, 25 de abril de 2024

JURAS DE AMOR II




Juras de amor, promessas se interlaçam
Palavras suaves que corações abraçam
Na doce melodia do eviterno querer.

Floresce a promessa de nunca esmorecer
Mas cuidado, com este juramento feito
O amor verdadeiro é mais que um conceito.

As juras de amor, que sejam sempre sinceras

Só assim sempre elas serão leais e eternas.


Cléia Fialho

quarta-feira, 24 de abril de 2024

FLORES A FLORESCER



Bailam as folhas na brisa do amanhecer
Beijos suaves, o doce encontro do ser
Brotam no jardim as flores a florescer
Buscando os raios do sol a terra aquecer
Buscam horizontes, o pensamento a percorrer.



Cléia Fialho
O Experimental Almognose é uma criação
Da Poetisa ANA LUCIA S PAIVA 

segunda-feira, 22 de abril de 2024

ÊXTASE DOCE




A luxúria, uma dança sensual e ardente
Capcioso convite ao prazer e ao deleite
Entre risos e gemidos, momentos de paixão.

Descobrimos o poder da entrega e sedução
E nos sentidos que encontramos a essência
Na sensação do toque, no aroma, a olência.

Muitos instantes intensos de êxtase doce

Como se tudo na vida simples e belo fosse.


Cléia Fialho

domingo, 21 de abril de 2024

NAVEGAR EM TEUS POROS




Navegar em teus poros, suave e lento,
É como desbravar mares desconhecidos,
Onde ondas sussurram segredos proibidos,
E o corpo se perde em êxtase e tormento.

Cada poro é um porto, um abrigo secreto,
Onde minhas mãos deslizam, explorando,
E os lábios encontram o doce encanto,
Na pele que arde, no desejo indiscreto.

Teus poros são estrelas como breu escuro,
Pontos de luz que guiam minha jornada,
E eu, marinheira apaixonada, não recuo.

Navego em ti, sem mapa, o ardor se acentua,
Afundo-me em teus poros, alma embriagada,
E descubro o amor que só em ti se perpetua.


Cléia Fialho

sexta-feira, 19 de abril de 2024

RECANTO DA NATUREZA




No bosque, a floresta sussurra em segredo
Cada árvore ergue-se como um nobre enredo
Na mata, a vida flui em mágico passaredo.

No bosque, as folhas sussurram segredos de amor
E o riacho murmura canções com fervor
Em cada recanto da natureza, há vida e calor.



Cléia Fialho

19 DE ABRIL - DIA DO POVO INDÍGENA





Na encruzilhada do tempo, onde as tradições ancestrais se entrelaçam com a espiritualidade vibrante, há um lugar onde os batuques ecoam pelos bosques e os cânticos ancestrais dançam com as folhas ao vento. É lá, entre a terra e o céu, que se encontram os povos indígenas e os caboclos da Umbanda, em um encontro mágico que transcende os limites do espaço e do tempo.

Nessa terra de mistérios e encantos, as florestas sussurram segredos antigos, e os rios fluem como veias pulsantes da terra mãe. Os povos indígenas, guardiões das tradições milenares, conhecem os segredos das plantas, dos animais e dos espíritos que habitam a natureza. Eles são os filhos da terra, que caminham em harmonia com todas as formas de vida, honrando os ensinamentos dos antepassados e os mistérios do cosmos.

Já os caboclos da Umbanda são os mensageiros entre o mundo material e espiritual, intermediários entre os homens e os deuses. São espíritos que viveram na Terra em tempos remotos, deixando um legado de sabedoria e amor que perdura além da morte. Com seus arcos e flechas, seus cantos e rezas, eles trazem cura, proteção e orientação para aqueles que buscam o caminho da luz.

Em meio às matas sombreadas e aos terreiros iluminados pelo luar, os encontros entre os povos indígenas e os caboclos da Umbanda são celebrações de vida e espiritualidade. As danças sagradas entrelaçam os movimentos dos corpos com a energia dos elementos, enquanto os cânticos ressoam como preces em direção aos céus.

Nessas jornadas espirituais, os saberes se fundem, os rituais se entrelaçam, e os corações se unem em uma teia de amor e respeito mútuo. Os povos indígenas ensinam a importância de honrar a terra e os antepassados, enquanto os caboclos da Umbanda trazem a luz da fé e da esperança para os que caminham na escuridão.

Assim, entre o pulsar do tambor e o perfume das ervas sagradas, os povos indígenas e os caboclos da Umbanda seguem tecendo os fios invisíveis que conectam o passado ao presente, o visível ao invisível, o humano ao divino. Em seu encontro sagrado, eles nos lembram da nossa essência espiritual e da nossa conexão com todas as formas de vida neste vasto e maravilhoso universo.



Cléia Fialho

terça-feira, 16 de abril de 2024

DESEJO SER...




Desejo ser a tua embarcação.
A jornada que percorres.
O vento que impulsiona as velas
e traça o teu caminho.
A tua noite estrelada 
envolvendo a tua pele.
O luar brincando 
na sombra do teu ser.



Cléia Fialho

segunda-feira, 15 de abril de 2024

ÚNICO ENSEJO





E quando nossos lábios
se encontram, ardentes,
É como se o universo inteiro
se curvasse ao nosso desejo.
Somos poesia,
somos fogo,
somos amantes,
Neste eterno momento,
onde o amor é o único ensejo.



Cléia Fialho