um círculo traçado na pele,
onde cada toque é invocação,
cada beijo, encantamento.
A vertigem é altar,
o corpo, oferenda,
e o gozo, divindade que exige sacrifício.
Nos entregamos como fiéis,
gemidos são cânticos,
suor é incenso,
e o delírio, oração sem fim.
No ritual da vertigem,
não há tempo, não há mundo,
apenas eternidade em combustão,
onde o êxtase nos consome e nos renasce.

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❦ OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA NA MINHA TOCA
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