🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🌶️ 🔞 🌶️

🐾 SE EU FOSSE FALAR EM POESIA E NAS MINHAS VONTADES 🐾 AFRODITE NEM EXISTIRIA E KAMA SUTRA SERIA BOBAGEM 🐾


quarta-feira, 18 de março de 2015

POESIA QUE MORRE NO TEU CORPO

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terça-feira, 17 de março de 2015

CADERNO DA PELE

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segunda-feira, 16 de março de 2015

PENA E TINTA NA TUA PELE

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domingo, 15 de março de 2015

TOQUE SUADO QUE DESPERTA

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sábado, 14 de março de 2015

AÇOITES NA MADRUGADA




As cordas mordem meus pulsos contra a cabeceira de ferro.
Puxo uma vez, só para sentir o couro cravar na pele já vermelha 
— o ardor me arranca um suspiro curto.
Ele está de pé ao lado da cama, os olhos escuros percorrendo meu corpo nu como se lesse cada centímetro de pele exposta.
Não diz nada.

sexta-feira, 13 de março de 2015

LUZ QUE ME DESPE




Teus olhos são chama antiga,
brasa que me atravessa a roupa
antes ainda de a tirares,
lâmpada que sabe onde acender-me

quinta-feira, 12 de março de 2015

PERFUME EMBRIAGADOR DE CARNE




A tua essência, um perfume leve e obsceno,
que a alma embriaga num instante breve e quente.
O contorno da curva se desenha na penumbra,
a maciez da pele me chama para sentir,

quarta-feira, 11 de março de 2015

SEGREDO SUSSURRADO ENTRE OS DEDOS DO TEMPO




Como um segredo sussurrado entre os dedos do tempo quente e lento,
onde os mamilos se erguem tensos, duros, pequenos universos de fome insaciável,
a boca desce faminta, aberta, ofegante e completamente entregue ao prazer,

terça-feira, 10 de março de 2015

DANÇA SEM FIM




Nossos corpos encaixados, numa dança sem fim,
tu dentro de mim,
eu em volta de ti,
sem palavras,

segunda-feira, 9 de março de 2015

AS MARCAS DO TEU CORPO




Tento empurrar o peito dele, mas suas mãos largas fecham meus pulsos e os prendem acima da minha cabeça.
O peso do corpo dele me afunda no colchão.
Ele aperta meus quadris com força, os dedos cravando até a pele arder 
— as primeiras marcas vermelhas já nascem ali.

domingo, 8 de março de 2015

CORPO EM FÚRIA




Ela se abre como fera indomável.  
Não há delicadeza, só urgência.  
As roupas são rasgadas, não retiradas.  
A boca encontra a carne com brutalidade.