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sábado, 9 de maio de 2015

OS LENÇÕES EM BRASA -Capítulo II




A ALMOFADA ÚMIDA

Fico imóvel. 
O corpo não me obedece, está desfeito, os músculos ainda a pulsarem em ecos do espasmo que passou. 
Sinto o líquido morno a escorrer-me pela face interna das coxas, espesso e branco, a pingar gota a gota no lençol em brasas que me queima a pele. 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

OS LENÇÕES EM BRASA - Capítulo I

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quinta-feira, 7 de maio de 2015

VERSOS OBSCENOS




Tua língua traça versos obscenos 
em minha pele arqueada e ofegante,
descendo devagar pelo ventre sensível, 
provocando o centro de tudo,

quarta-feira, 6 de maio de 2015

DEVORADOS PELO FOGO




Tuas mãos descem ferozes pelo meu ventre, 
acendendo rastros de chama 
em cada poro da minha pele sensível e exposta. 

Eu me abro, 

terça-feira, 5 de maio de 2015

BEIJOS QUE QUEIMAM




Dos beijos que incendeiam 
a minha pele nua e sensível, 
deixando rastros de fogo líquido 
em cada curva e dobra,

segunda-feira, 4 de maio de 2015

RECEPTIVA E FAMINTA




A umidade entre minhas pernas já é incontrolável,
um escorregadio lembrete obsceno e quente 
de que meu corpo está pronto,
aberto, 

domingo, 3 de maio de 2015

CHEIROS DE NÉCTAR




Cheiros de néctar, o aroma da paixão,
Envolve nossos corpos num doce abraço,
E nesse encontro, somos um furacão,
Sacia-se a sede em cada beijo escasso.

sábado, 2 de maio de 2015

DESEJO SEM TRÉGUA




Apenas quero esse êxtase que se renova, 
voraz e incessante,
uma chama que nos lambe a alma e a pele exposta, 
sensível.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

AROMA DE SEXO




O aroma que em ti reside é poesia obscena e carnal,
que me embriaga como licor forte, 
me envolve em névoa de suor salgado,
me consome em chamas sem piedade nem trégua.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

SEM LICENÇA - Capítulo II




O DESFECHO

O colchão afundou sob o peso dele. 
Rafael já estava em cima — os joelhos dele forçando as coxas dela a se abrirem, escancarando a buceta molhada para a luz da rua que cortava o quarto. 
Ele desceu. 
A boca quente cobriu a buceta de uma vez, a língua plana lambendo do clitóris até a entrada num movimento lento e possessivo. 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

SEM LICENÇA - Capítulo I




A PRESSÃO

A porta estalou ao fechar. 
Rafael encostou-se nela e deixou o olhar descer pelo corpo dela — lento, sem pressa, como se já soubesse cada curva que encontraria. 
Ela recuou um passo. 
As costas tocaram a parede fria e a luz da rua cortou seu rosto, deixando o resto na penumbra.