🐾 "TOCA DA LEOA" 🐾 SENSUALIDADE & EROTISMO À FLOR DA POEISA 🐾
🌶️ CONTEÚDO ERÓTICO 🌶️ +18 🔞 🌶️

🐾 SE EU FOSSE FALAR EM POESIA E NAS MINHAS VONTADES 🐾 AFRODITE NEM EXISTIRIA E KAMA SUTRA SERIA BOBAGEM 🐾

domingo, 16 de agosto de 2015

QUARTO 47




Vi-o ao balcão do bar do hotel.

Estava sozinha em Lisboa, numa viagem de trabalho que já tinha acabado, com um voo às sete da manhã e uma cama de hotel que não me apetecia nada. Desci ao bar por causa do tédio. E ali estava ele — de fato escuro, gravata desapertada, um whisky à frente e um livro que fingia ler.

sábado, 15 de agosto de 2015

GUARDADE EM TI




Não sei que horas são.
Sei apenas que é a hora
em que me faltas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

ACARICIA E EMBALA




A Poesia que em sussurros se desvela,   
Tem versos dançam como brisas mornas,   
Beijando a pele da alma que anseia,   
Tem perfume doce em pétalas se torna.   

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

CELEBRANDO O AMOR

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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

TOQUE DE SEDA




A palavra que dança na penumbra 
Desenha curvas lentas pelo ar 
É um toque de seda que deslumbra 
E ensina o coração a descansar.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

ESTRADA À NOITE




Encostámos o carro num caminho de terra, longe de tudo.

Nem eu sabia porquê ali. Ele tinha-me dito *"quero mostrar-te uma coisa"* e eu tinha entrado no carro sem perguntar, porque a esta altura já sabia que qualquer coisa dele era desculpa para o mesmo — para isto, para nós, para esta fome que não passa há oito meses.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

POESIA SENSUAL

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domingo, 9 de agosto de 2015

LINHAS QUENTES

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sábado, 8 de agosto de 2015

RENDIDA AO QUE ÉS

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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O LÍRICO E O ERÓTICO SÃO UM SÓ




O sol se deita sobre a pele nua  
sussurros dançam na brisa leve  
são amoras e rosas em flor,  
a leveza de um olhar promete.  

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A BIBLIOTECA




Descobri-o na secção de poesia francesa.

Eram nove da noite de uma quinta-feira, a biblioteca da faculdade quase deserta, e eu procurava um Baudelaire que já não estava onde devia estar. Encontrei-o nas mãos dele.

— *Desculpa* — disse eu. — *Estava à procura desse livro há uma semana.*