TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia









quinta-feira, 27 de agosto de 2026

ECOS NA PAREDE

ECOS NA PAREDE
Nas paredes ecoam memórias sonhadas como perfumes que pairam ao amanhecer — mas não é flor que exalo agora, é o rastro denso do teu pescoço aindo impregnado nos lençóis, o odor de nós dois misturado ao suor da madrugada. Teu sorriso é poema em linhas traçadas, e eu leio cada curva com a língua, desvendando …

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

DESNUDA MINHA ALMA

DESNUDA MINHA ALMA
Desnuda minha alma com cada beijo, Não a deixes angustiada, sem desejo, Percorre suas partes, dispersas no ar, Com ternura e calma, vem me encontrar. Desnuda minha alma, inquieta e errante, Bordeando a espuma da onda, vibrante, Adormecida docemente em teu aroma, Que traz paz ao ser, que em ti se toma. Desn…

terça-feira, 25 de agosto de 2026

PLUMAS DO SENTIMENTO

PLUMAS DO SENTIMENTO
Doce chama que acende a alma inteira Vem do peito que guarda o absinto Onde o desejo em ritmos de aquarela Desenha o mapa do que logo sinto. Um verso brilha em busca da beleza Mistura o beijo a plumas do sentimento Vou navegando em águas de pureza Levado pelo sopro do pensamento. Deixo que a mão percorra a…

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

DESEJOS DESENHADOS NA PELE

DESEJOS DESENHADOS NA PELE
Na brisa suave onde dançam os corpos   a luz do entardecer desenha sussurros,   pétalas de línguas encontram-se,   o toque é um poema escrito ao acaso,   versos secretos que ardem em chamas.   Olhos que falam em mudo delírio,   a carne respira em sinfonia viva,   mãos que deslizam como sombras,   trilhos d…

domingo, 23 de agosto de 2026

TRAÇOS DA ANATOMIA

TRAÇOS DA ANATOMIA
O galã veste o tom de um puro zelo Onde o desejo em versos se derrama Na chama que consome o cinzelo E na brandura desta doce flama. Busco a luz do olhar que me consome Pintando o fogo em traços da anatomia Sinto no peito o eco desse nome Que acorda em mim a insana euforia. Beijo o papel com ânsia de quem …

sábado, 22 de agosto de 2026

QUE DELÍCIA É O PRAZER

QUE DELÍCIA É O PRAZER
Em noites de sombras e suspiros teus lábios desenham meu destino,   como brisa sussurrante   que acaricia a pele da lua.   O corpo nu, esse verso   escrito pela luz do desejo,   dança entre nossos sussurros. Mãos que deslizam em relevo,   atecem os sonhos,   frágil linha entre o querer e o ser.   Teus olhos,…

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

TRAÇAR COM A LÍNGUA MIL ESPAÇOS

TRAÇAR COM A LÍNGUA MIL ESPAÇOS
Quero teu gosto em minhas veias, tua pele a me queimar, Teu olhar que enfeitiça, o meu prazer a se revelar. Quero o sussurro das tuas horas, a urgência do teu querer, onde o mundo fica lá fora e só existe o nosso florescer. Quero perder-me nos teus braços, ser labirinto — ser teu cais, traçar com a língua m…

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

SEGUINDO O RASTRO DO SUOR

SEGUINDO O RASTRO DO SUOR
Quero teus lábios ardentes, meu corpo a te desejar, na dança, tão envolvente, deixa o silêncio se quebrar. Quem me toca —  —  quem me clama, é o amor a me guiar, nesta febre que nos chama, onde a alma quer ancorar. Desço o mapa da tua pele, seguindo o rastro do suor, para que a noite se revele no ápice do noss…

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

DESENHANDO CAMINHOS LENTOS

DESENHANDO CAMINHOS LENTOS
Há um incêndio suave percorrendo minhas veias, um desejo que não dorme, que pulsa quente entre a pele e a alma. Penso em tuas mãos desenhando caminhos lentos sobre meu corpo inquieto, em teus lábios acendendo silêncios que só o amor entende. Teu olhar me atravessa como febre e tempestade, fazendo nascer arrepi…

terça-feira, 18 de agosto de 2026

UNIVERSO DE EMOÇÕES

UNIVERSO DE EMOÇÕES
Na febre doce que percorre cada instante, teu toque desperta tempestades escondidas, e meu corpo, rendido ao teu encanto, mergulha fundo em sensações proibidas. Teu perfume paira no ar como vertigem, envolvendo a noite em mistério e fascínio, enquanto a lua derrama sobre a pele clarões prateados de desejo…

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

NO CHEIRO DO MATO

NO CHEIRO DO MATO
No verde aberto do Rio Grande, a terra se mistura ao céu, e o desejo nasce bruto, selvagem, faz o peito arder, latejar, solto. O vento atravessa os trigais, carrega suor e promessa molhada, corpos que se perdem, se encontram, pelas coxilhas, em trilhas da pele nua. O céu aberto espia as correntes, rios que …