... de tudo o que sentimos, de tudo o que vivemos, de todas as vezes que nosso corpo se entregou ao outro naquela noite mágica. O quarto era perfeito. A cama imensa, com lençóis claros e uma quantidade de almofadas que convidava ao descanso — ou a tudo menos isso. A janela aberta revelava um cenário…
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
A NOITE DOS PRAZERES INFINITOS
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
ENTREGA TOTAL
O jantar estava quase pronto quando a campainha tocou. Não esperava visita naquela hora — muito menos ele. Ainda vestia a roupa do treino, suada e desalinhada, e nem tinha tomado banho, guardando esse momento para mais tarde, antes de dormir. Quando abri a porta, ele estava lá, com aquele sorriso qu…
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A PULSAÇÃO DAQUELE ORGASMO
Ele entrou no apartamento e ela já estava de joelhos. Não fora combinado. Não era necessário. Era o lugar dela. O lugar que ela escolhia sempre que a fome apertava e a noite permitia. A saia preta subira até à anca. Os seios escapavam do sutiã. O cabelo caía sobre o rosto, mas não escondia os olhos.…
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
A ESSÊNCIA DO OUTRO
Os lábios dele roçaram a orelha dela, secos e quentes, e o sussurro veio como um sopro quebrado. «Não faz sentido esta vontade.» Ela estremeceu, o corpo inteiro a responder antes da razão, e mordeu o lábio inferior com força. Ele mordeu-lhe de leve o lóbulo, provocando um arrepio que lhe percorreu …
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
ESPESSO — LEITOSO
A luz ainda não passava da fresta — um fio pálido na parede, quase nada. Ela sentia-o dentro de si, duro, imóvel, o peso do corpo dele a ceder devagar sobre o seu ventre. Encostou os lábios ao ombro dele e sussurrou: — Guardo-te dentro como quem colhe versos. Ele tentou recuar, um movimento mínimo do…
domingo, 22 de fevereiro de 2015
DEPOIS DO PRIMEIRO ORGASMO
A lua prateada entrava pela janela entreaberta do quarto, iluminando o corpo nu de Ana deitada na cama. Seus mamilos rosados estavam duros, apontando para o teto enquanto ela esperava. A porta se abriu e João entrou, já sem roupa, o pau grosso balançando entre as pernas. Ele se aproximou da cama sem…
sábado, 21 de fevereiro de 2015
A PELE SOB A CAMISA
Os dedos dele encontraram os ombros dela primeiro — firmes, quentes, cravando-se no tecido leve da camisa. Puxou o corpo dela contra o seu num só movimento, a respiração já curta, os olhos escuros fixos nos botões que o separavam da pele. O primeiro cedeu com um estalo seco. Os dedos tremiam — a ur…
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
O JARDIM DAS PROMESSAS
O cheiro de terra úmida e jasmim a envolveu assim que atravessou a última folhagem. Ele estava lá, encostado no banco de pedra, os ombros largos recortados contra o luar fraco. Não disse nada — só a olhou com aquela firmeza calma que fazia o ar faltar. Ela deu dois passos e Ele se moveu. Em silêncio…
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
SEM LICENÇA
A porta estalou. Rafael encostou-se e o olhar desceu — lento, faminto, devorando cada curva antes do toque. Ela recuou. As costas bateram na parede fria. A luz da rua cortou seu rosto, o resto na penumbra. Ele avançou. Braços a cercaram, mãos espalmadas contra a parede, aprisionando-a no calor dele…
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
UM FIO DE SALIVA E SÊMEN
Ajoelhou-se diante dele, os joelhos nus contra o soalho frio, e a luz da vela a arder desenhou-lhe sombras nos ombros. Os olhos fixos nos dele, as mãos subiram-lhe pelas coxas, devagar, sentindo cada músculo tenso sob o tecido. Os dedos encontraram o cinto e abriram-no sem pressa, o estalo do couro…