No silêncio da madrugada,
a chuva insiste em cair
— eu lamento —
O vento dança na janela
E o frio invade meu peito,
te procuro a todo momento.
Tento dormir pra esquecer
Mas em sonhos volto a te encontrar
— ilusão —
Alguns instantes distante de você
Viram eternidade dentro do coração.
Minha alma chama pela tua
Quer teu abraço junto à minha lua
Pra afastar de vez essa solidão.
Como o encontro do céu e do mar
Nós dois perdidos a nos amar
Entre carícias e doce paixão.
Já não consigo viver desse jeito
Esse desejo explode no peito
E o sabor do teu beijo ardente
Ainda insiste em permanecer.
Já não consigo viver assim
Traz de volta o que levou de mim
E leva embora essa saudade
Que aos poucos tenta me vencer
Pois sigo sem deixar de te querer.

Lindo poema. Muy sensual. Te mando un beso.
ResponderExcluirVersos cada vez mais sensíveis e refinados.
ResponderExcluirUm abraço amigo de boa semana.
Unos bonitos versos en los que la protagonista añora el amor que no da por perdido.
ResponderExcluirSaludos.
Un sentido y romántico poema para ese amor que arde imperiosamente sin querer apagarse.
ResponderExcluirMais beijos doces, Cleía.
Creio que todos já passamos por momentos destes, em que a saudade toma proporcões sem medida, machucando o nosso coração, fazendo com que aquele amor não seja bem-vindo.
ResponderExcluirVersos muito românticos e delicados.
Deixo-te um abraço.