Me lanço ao ímpeto ardente,
corpo que pulsa em ondas de vertigem,
lábios acesos,
brasas que devoram o silêncio,
na pele,
o calor se expande em labaredas.
O desejo é tempestade sem margens,
correnteza que arrasta,
que rasga,
que consome,
um rio de delírios que não conhece repouso,
onde cada toque é incêndio, cada sopro é vertigem.
Na dança febril das estrelas,
meu canto se abre em vertentes de prazer,
versos que se erguem como chamas indomáveis,
envolvendo o universo em formas voluptuosas.
Sou chama,
sou vento,
sou carne entregue,
sou o instante que arde sem retorno,
sou o grito que explode em luz,
sou o infinito que se curva ao êxtase.
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Una bonita descripción del frenesí sensual cuando nos entregamos al placer.
ResponderExcluirSaludos.
Erotic e sensual.
ResponderExcluirQUENTE!
Um delicia de ler.
Apasionados versos. Te mando un beso.
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