Sorvo até a sede me consumir
Lentamente, como se os lábios
Flores fossem, onde o tempo
Traça o mapa da existência.
Desliza o néctar da tua essência
Sobre os lençóis da aurora,
Carícias espreitam, sutilmente,
Pela janela do silêncio.
Saboreio o néctar da tua essência
Gota a gota, beijo a beijo,
Como quem colhe sonhos
Entre os dedos de um sorriso.
Flui o néctar da tua essência
Nos riachos do luar,
Que há de mergulhar
Docemente nos meus braços.
Sorvo o néctar da tua essência,
Devagar, com leve receio,
Na surpresa dos mistérios,
Copos cheios de prazer,
Gota a gota, beijo a beijo.

Una poesía que hay que deleitar no sorbo a sorbo como ese néctar, si no verso a verso.
ResponderExcluirSaludos.