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quarta-feira, 8 de abril de 2015

CORPOS EM SELVAGERIA

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terça-feira, 7 de abril de 2015

SEDUÇÃO SELVAGEM




Teu ar de inocência me enlouquece,
mas é tua luxúria que me rasga.
Raios de desejo queimam minha pele nua,
cada detalhe me despedaça, me despe,

segunda-feira, 6 de abril de 2015

RASTRO DE FÚRIA




Eu sou ternura,  
e sou fera em cio,  
sou vertigem que rasga,  
sou carne que implora e devora.  

domingo, 5 de abril de 2015

SOB A MESA




O quarto estava escuro, cortado apenas pela luz alaranjada da rua que atravessava a persiana. 
Ela estava deitada de costas, imóvel, os olhos abertos no teto. 
Sentia o calor do corpo dele a centímetros, a cama estreita tornando impossível qualquer distância. 
A respiração dele era lenta, mas ela sabia que ele não dormia.

sábado, 4 de abril de 2015

SELVA DE GOZO




Te agarro.  
Te mordo.  
Te rasgo.  
Sou fera em cio.  

sexta-feira, 3 de abril de 2015

INCÊNDIO DE DESEJO




Meus lençóis não me escondem,  
eles caem ao chão como cúmplices,  
meu corpo se oferece em vertigem,  
suado, faminto, entregue ao teu domínio.  

quinta-feira, 2 de abril de 2015

NOITE DE FOGO




Corpos se chocam em vertigem,  
suados, famintos, delirantes,  
rasgando segredos na pele,  
gemendo sinfonias de prazer.  

quarta-feira, 1 de abril de 2015

DIAMANTE EM CHAMAS




Entrega teu corpo às minhas mãos.
Entrega tua alma ao meu domínio.
E eu te lapido como quem molda um diamante bruto.
Cada faceta brilha mais quando se torna minha.

terça-feira, 31 de março de 2015

O GOSTO QUENTE DO DESEJO - Capítulo III




A PENETRAÇÃO QUE RASGA

Meus dedos ainda estão úmidos, suspensos no ar frio, quando ele desce a mão até o pau. 
A pele queima contra minha palma, rígida, pulsante, viva. 
Ele envolve meus dedos com os dele e aperta, forçando a pressão na base, e o gemido que escapa da garganta dele é rouco, curto, engolido pelo silêncio do quarto. 
Sinto cada batida do sangue sob a pele esticada, o calor

segunda-feira, 30 de março de 2015

O GOSTO QUENTE DO DESEJO - Capítulo II




A BOCA QUE RECOLHE

Ainda flutuo naquele torpor quente que o corpo dele deixou em mim, os lençóis amassados grudando na pele úmida das costas. 
A luz fraca da janela desenha contornos preguiçosos no quarto, mas é o peso da mão dele se aproximando do meu seio exposto que me ancora de volta ao presente.

domingo, 29 de março de 2015

O GOSTO QUENTE DO DESEJO - Capítulo I




A ESPIRAL QUE DESMANCHA

Ainda flutuo naquele torpor quente que o corpo dele deixou em mim, os lençóis amassados grudando na pele úmida das costas. 
A luz fraca da janela desenha contornos preguiçosos no quarto, mas é o peso da mão dele se aproximando do meu seio exposto que me ancora de volta ao presente.