O quarto estava escuro, cortado apenas pela luz alaranjada da rua que atravessava a persiana.
Ela estava deitada de costas, imóvel, os olhos abertos no teto.
Sentia o calor do corpo dele a centímetros, a cama estreita tornando impossível qualquer distância.
A respiração dele era lenta, mas ela sabia que ele não dormia.

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