Ela estava de joelhos no colchão, o corpo magro tremendo de antecipação. Os cinco homens a cercavam, paus duros apontados para ela como promessas. Ela estendeu as mãos e puxou cada um para perto, sentindo o peso e o calor de cada pau contra a pele. O Homem da Bucetinha a empurrou de costas para ele e abriu suas pernas com os joelhos, a glande já esfregando na entrada molhada, espalhando o mel que escorria.
Atrás, o Homem do Cuzinho cuspiu no buraco apertado e esfregou o cuspe com o polegar, alinhando a ponta. De frente, o Homem da Boca segurou o cabelo dela e encostou a glande nos lábios, forçando a abertura. Ela envolveu os outros dois paus com os dedos, apertando as bases. A glande do Homem da Bucetinha forçou a entrada e ela soltou um gemido alto.
O Homem da Bucetinha não esperou. Enterrou o pau grosso até o talo de uma vez, as bolas batendo na pele molhada dela com um estalo seco. Ela gritou, mas o som morreu na garganta quando ele puxou os quadris para trás e meteu de novo, mais fundo, abrindo caminho na carne apertada. O mel escorria pelas coxas dela, ensopando o colchão, e ele bombeava com estocadas rápidas, o ritmo bruto fazendo os seios dela balançarem.
Atrás, o Homem do Cuzinho cuspiu de novo no buraco apertado, a saliva fria escorrendo entre as nádegas. Ele apoiou a glande no anel resistente e empurrou. A cabeça entrou rasgando, e ela soltou um grito agudo, as unhas cravando no colchão. Ele não parou — foi enfiando o pau longo centímetro por centímetro, o cuspe servindo de lubrificante mínimo enquanto o buraco se abria à força. Ela chorou, lágrimas quentes descendo pelo rosto, mas o gemido que saiu depois era de gozo puro, misturado com a dor.
O Homem da Boca agarrou o cabelo dela com as duas mãos e enfiou o pau fundo na garganta, cortando o grito. Ela engasgou, a ponta batendo na entrada da garganta, e ele puxou para trás só para meter de novo, mais fundo, as veias saltadas roçando a língua. A saliva escorreu pelo canto da boca, descendo pelo queixo e pingando nos peitos, grossa e quente.
Com a mão esquerda, ela apertou o pau curvado do Homem da Mão Esquerda, os dedos fechando com força enquanto torcia na subida e na descida, acompanhando o ritmo das estocadas na bucetinha. A mão direita deslizava molhada de saliva pelo pau espesso do outro, da base até a glande, o homem empinando os quadris para bater na palma dela.
Os dois paus dentro dela — o grosso na bucetinha e o longo no cuzinho — esfregavam um no outro através da membrana fina. A pressão dupla criava uma dor dolorida e gostosa que subia pela espinha, e ela arqueou as costas, gemendo alto ao redor do pau na boca. O ritmo dos cinco paus sincronizou, e ela tremeu sem controle, presa entre a dor e o gozo.
O Homem da Bucetinha cravou as unhas nos quadris dela e meteu até o talo, o pau grosso abrindo a bucetinha encharcada. Ele gemeu alto, os olhos escuros fixos nela, e despejou a porra em jatos quentes no fundo do canal. O líquido branco e espesso encheu o útero, escorrendo pela fenda e ensopando o colchão. Ela sentiu o calor se espalhar por dentro, a bucetinha apertando o pau em espasmos.
O Homem do Cuzinho enterrou o pau longo até a base, o anel apertado resistindo antes de ceder. Ele cuspiu no buraco já arrombado e forçou mais fundo, despejando a porra no reto. O sêmen quente encheu o buraco dolorido, e ela gemeu rouca, o corpo tremendo. O anel pulsava ao redor da base, ordenhando cada gota.
O Homem da Boca puxou o pau da garganta dela com um som molhado. A saliva escorreu pelo queixo, grossa e quente, enquanto ele gemia e gozava na cara dela. Jatos de porra atingiram as bochechas, o nariz e a língua esticada. O leite branco escorreu pelo queixo, misturando-se com a saliva.
O Homem da Mão Esquerda gemeu e gozou na mão esquerda dela, a porra escorrendo entre os dedos e pingando no colchão. O Homem da Mão Direita empinou os quadris e gozou nos peitos dela, cobrindo os mamilos de porra branca e pegajosa.
Ela gozou com um grito rouco, a bucetinha e o cuzinho apertando os paus em convulsões. O corpo arqueou, os olhos reviraram, e a porra escorreu dos três buracos enquanto ela tremia no colchão, completamente preenchida e destruída.
Ela virou de barriga para baixo, o corpo afundando no colchão encharcado. O cuzinho latejava, o anel ainda aberto, pulsando no ritmo do coração. A bucetinha ardia, inchada e dolorida, cada batida interna um lembrete dos paus que a preencheram.
A porra escorria dos dois buracos, morna e grossa, formando uma poça debaixo dos quadris. Ela passou o dedo na bucetinha inchada e sentiu o sêmen escorrendo pelo canal dolorido, o toque mínimo arrancando um gemido fraco. Tocou o cuzinho latejante com a ponta do dedo, sentindo o leite vazar pelo anel relaxado, o buraco ainda moldado ao pau longo.
Lambeu os lábios cobertos de porra, o gosto salgado misturado com a saliva que ainda escorria do queixo. Os homens se vestiam em silêncio, olhando para o corpo destruído com satisfação. Ela fechou os olhos com um sorriso nos lábios cobertos de porra, o corpo dolorido e completamente satisfeito.
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Cléia Fialho

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