TOCA DA LEOA
Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia




sábado, 9 de agosto de 2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

ENTRE SEDAS E DOMÍNIOS – UMA NOITE A TRÊS



Eu estava deitado na cama deles, e eles adoravam ter-me assim, entregue, vulnerável, pronto para tudo. Foi ele quem me contou, com detalhes, como tudo aconteceu.

A minha Rainha ordenou que eu me deitasse de costas e, sem hesitar, inclinou-se sobre mim, colando os lábios aos meus. Com a boca ainda na minha, sussurrou:

– Queres foder a nossa querida parceira, não queres?

Senti o desejo a crescer como uma onda dentro de mim. A resposta saiu quente, quase sem fôlego:

– Quero, sim, meu amor… Diz-lhe que quero que ela me foda inteiro.

Ela deslizou a língua pelo meu corpo, descendo devagar, provocando cada centímetro da minha pele.

– Queres que ela te agarre neste pau, que o esfregue como eu faço?
– Quero, amor… – gemi.
– Então vou pegar na mão dela e guiá-la até aqui. Gostas, não gostas?
– Gosto… Que tesão tão grande vocês me dão… É tão bom…

Ela continuou a descer, até que a língua dela rodeou a cabeça do meu pau, quente e húmida, a ponta vermelha e inchada de tanto desejo.

– Queres que a nossa querida parceira o meta na boca dela?
– Sim, amor… – roguei.
– Então vamos. Vou colocá-lo na boquinha dela. Chupa, ele adora. Mama-lhe o pau todo, engole… É maravilhoso fazer um broche, não é? Chupa-o todo, querida, não tenhas medo. Deixa-me provar também um bocadinho…

Ela mamou com força, enquanto eu ali ficava, perdido naquele prazer brutal.

– Enquanto ela te chupa, vou morder as maminhas dela. Queres, querido?
– Sim, amor, morde os biquinhos da nossa parceira… Devagarinho, assim…
– Também queres chupá-las? – perguntou ela, com um sorriso malicioso.
– Quero. Dá-mas, mete os peitos dela na minha boca…

Ela levantou-se e aproximou-se, oferecendo-me as mamas da nossa querida, e eu chupei-as com avidez.

– E agora, como queres foder a nossa parceira? Queres que eu encoste o teu pau ao cuzinho dela?
– Sim, amor, quero… Até me esporro só de pensar…
– Então mete só a cabecinha, devagar, que dói à nossa querida…

O meu pau já roçava o rabinho dela, a tesão a latejar-me todo. Mas ela mudou de posição, obrigou-me a deitar de novo de costas e montou o meu rosto, com um joelho de cada lado.

– Anda, querido, chupa o grelinho da nossa parceira. Faz-lhe um minete como fazes a mim. Faz com que ela se venha na tua boca. Enquanto isso, eu chupo-lhe as maminhas. Vamos deixá-la louca de tesão… Olha, vê a minha língua e a dela…

E foi assim que ela se veio na minha boca, enquanto a outra gemia com os mamilos sugados com força.

Depois, ela deitou-se sobre mim, enfiou a língua na minha boca e murmurou:

– Sentes as duas a foder-te? Gostas, amor? Anda, dá-nos a tua esporra… Eu quero, a nossa parceira também quer… Anda, dá-me o teu leitinho, dá-lhe também… Andaaaa…

– Sim, querida, dou-vos a ambas… Tomaaaaa… Foda-se, que tesão tão grande… Com a nossa parceira é sempre tão bom…

– Eu e ela, não te esqueças… – respondeu ela, com um sorriso maroto, antes de se levantar para cuidar da higiene.

Fiquei ali, atordoado, o corpo ainda a tremer. Tomei um duche rápido, mas quando saí, ela já tinha a mão no meu pau, que começava a endurecer de novo.

– Humm… Foi bom, não foi, amor?
– Foi, muito bom. Temos de repetir com a nossa parceira mais vezes…

Querida parceira, foi mais ou menos assim. Houve muito mais, claro. A foda foi longa, intensa, com mais palavras, mais gemidos, mais entrega. Tu estavas lá, e nem imaginas a tesão que nos provocas. Também mamaste nos peitos da minha Rainha – grandes, lindos, com uns bicos deliciosos, principalmente quando ela está cheia de desejo. Não houve minete entre vocês, apenas língua e mamas, mas o suficiente para nos deixar loucos.

Eu amei esta loucura a três. E sim, estive lá com eles, nessa noite e em muitas outras. E é sempre assim: uma doideira, uma tesão absurda, impossível de controlar.




  Cléia Fialho

domingo, 3 de agosto de 2014

NOITES DE VERÃO



O calor da noite pesa no corpo e a insônia vem junto com ele.

A sala está escura, iluminada apenas pela luz que entra da rua. As sombras dançam pelas paredes e trazem consigo lembranças, vontades, coisas que a gente nem sabe se são do passado ou do futuro.

— Quero você com calma. Bem devagar.

Ele sorri. Não precisa responder. O sorriso já diz tudo.

Está no sofá, corpo relaxado, olhando para a televisão sem prestar atenção ao que passa. Eu estou deitada sobre ele, minhas pernas esticadas para fora do sofá, sentindo o vento morno que entra pela varanda aberta.

O cansaço tomou conta de mim. Ele nota. Os dedos dele começam a percorrer meu corpo com leveza, traçando caminhos lentos pelo meu rosto, minha nuca, meus ombros.

Cada toque seu é cuidado puro. E esse cuidado acende uma chama que não consigo controlar.

As mãos dele seguem explorando. Uma segura a minha com firmeza. A outra desliza pelo meu corpo com segurança, sabendo exatamente onde tocar. Os movimentos são precisos, lentos, e me levam aonde ele quer me levar.

Chego lá. No silêncio, no calor, sem pressa.

Me ergo e busco sua boca. O beijo é urgente, selvagem. Nossas línguas dançam uma com a outra num ritmo próprio, um beijo que parece não ter fim.

Saímos da sala. As roupas ficam pelo caminho, esquecidas no chão. Quando chegamos ao quarto, já estamos completamente nus. Deitamos lado a lado, sem pressa.

E começamos.

Gosto de envolver sua cintura com minhas pernas e prender meus braços em volta do seu pescoço. Ele sorri diante dessa prisão que o prende — mas que ele adora.

Cada movimento é sentido. Profundo. Às vezes suave, outras vezes intenso. Ele entra e sai de mim como quem conhece cada centímetro do meu corpo.

Adoro quando ele segura minhas pernas e as abre ao máximo, me esticando até quase o limite. Dessa forma, ele pode ir mais fundo.

E depois, muda de posição. Junta minhas pernas, levanta-as e me penetra assim. O beijo vem com tudo, cheio de vontade. A posição é complicada, não é das mais confortáveis, mas sentir ele tão dentro de mim faz valer cada segundo.

Voltamos ao jeito inicial e continuamos.

O prazer chega devagar, quase em silêncio. Nossos gemidos são baixos, contidos, apenas sussurros escapando entre os beijos.

Ele me diz que esses sons que faço mexem com ele de um jeito que não dá pra explicar.

Nem precisa explicar.
Apenas sentir.
E sentir é tudo.




  Cléia Fialho