No campo vasto, onde a lua brilha forte,
Minha alma vagueia, procurando o norte.
Mas é no teu olhar que encontro a direção,
Nos campos verdes, onde o vento canta,
Meu coração, com o teu, se espanta.
Teus olhos, estrelas que no céu brilham,
E em teu abraço, os meus medos se alinham.
O som da violinha ecoa na noite fria,
Com cada nota, nasce a melodia.
Canto pra ti, na beira do riacho,
Te amo mais que o céu e o vasto espaço.
Na lida, ao lado dos bois e da terra,
A saudade de ti, meu amor, me aterra.
Por mais que a vida me arraste a caminhar,
No teu coração é onde quero estar.
Nos pampas, onde a solidão se estende,
Teu nome na brisa sempre me surpreende.
Minha amada, é de ti que sou prisioneiro,
Te amarei sempre, no campo e o celeiro.
❦
Cléia Fialho

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Una poética y bonita declaración de amor eterno.
ResponderExcluirSaludos.
Este poema lembra as clássicas modas de viola pelo ritmo, onde a natureza se acumplicia com a floração do sentimento, como se refletisse o que o coração sente, além de revelar a conexão entre o homem e a terra. Uma bela arquitetura.
ResponderExcluirUm abraço,