Quero a sua fome e sua sede
dominando-me inteira
seja o meu dono.
escale-me o corpo
beba do meu mel do meu orgasmo.
E transborde-me a boca
Com seu sumo em suculentas rajadas.
Prenda-me em seus braços
feito chama derradeira
rasgue em mim os silêncios
na febre mais verdadeira.
Percorra-me sem demora
em doce insanidade
faça do meu ventre abrigo
da sua voracidade.
Morda-me os arrepios
em cadente tentação
desate todos os nós
que guardo no coração.
E no auge do delírio
quando a noite for abrigo
deixe em minha pele acesa
o incêndio do seu castigo.
❦
Cléia Fialho




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Minha querida amiga Cléia,
ResponderExcluirA fome que emana do casal despojado de roupas e pudores é dominante e faz da caça e do caçador um só corpo.
Beijos e boa semana!!!
Muy romántico poema. Tan apasionado. Te mando un beso.
ResponderExcluirGosto desta cumplicidade entre o erotismo e a sensualidade.
ResponderExcluirUma boa semana.
Um beijo.
Cleia,
ResponderExcluirLindos versos.
Sabe que amo Poesia
então vir aqui é
me encantar.
Obrigada por esses
presente.
Bjins de boa nova semana.
CatiahôAlc.
Me gusta el juego que haces con ciertas palabras, que de otra manera podrían ofender pero haces que su lectura sea agradable.
ResponderExcluirSaludos.
Amiga, la intensidad erótica de tu poema es furiosamente apasionada. Las imágenes son poderosas en el acto de mostrar la fusión de cuerpos y almas en las que el amor llega a ser una muestra de confianza absoluta. Por otra parte, además, siempre es bello saber que hay mujeres dispuestas a recibir las ráfagas de nuestro jugo.
ResponderExcluirUn abrazo.