TOCA DA LEOA

Sensualidade & Erotismo à Flor Da Poesia

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

MEMÓRIA INTENSA E SENSUAL



Era uma vez uma noite quente de verão, onde o desejo pairava no ar.
No pequeno vilarejo, vivia uma mulher misteriosa chamada Isabella.
Seus cabelos negros como a noite e seus olhos hipnotizantes despertavam curiosidade em todos que a viam.

Certo dia, um forasteiro chamado Gabriel chegou à vila.
Seu porte atlético e sorriso sedutor deixavam as mulheres suspirando por onde passava.
Os olhares de Isabella e Gabriel se cruzaram e algo instantâneo aconteceu.
Era como se o universo conspirasse a favor desse encontro.

Em uma noite estrelada, Isabella decidiu convidar Gabriel para um passeio pela floresta.
A lua cheia iluminava o caminho enquanto eles se aventuravam entre as árvores.
A tensão sexual era palpável, uma eletricidade que percorria seus corpos.

Sem dizer uma palavra, Isabella guiou Gabriel para um claro escondido pela vegetação.
Ali, sob a luz da lua, eles se entregaram à paixão proibida.
Beijos ardentes e toques provocantes incendiavam a atmosfera.
Os corpos se fundiam em um balé sensual, cheio de desejo e entrega.

Cada carícia era um convite para ir mais além, explorar os limites do prazer.
Eles se entregaram ao êxtase, envolvidos em uma dança de luxúria e entrega total.
O tempo parecia não existir, apenas o momento presente importava.

Após aquela noite inesquecível, Isabella e Gabriel sabiam que tinham compartilhado algo especial.
Mesmo que suas vidas seguissem caminhos diferentes, eles sempre guardariam aquela memória intensa e sensual.

E assim, o conto de Isabella e Gabriel se espalhou pela vila, alimentando suspiros e susurros apaixonados.
Uma história que transcendeu os limites do tempo e do espaço, deixando um rastro de desejo e saudade no coração daqueles que a ouviram.




  Cléia Fialho

domingo, 22 de janeiro de 2017

ACENDE A CHAMA NA MEMÓRIA




Acende a chama 
na memória
 Faz acontecer 
a nossa história
 O que ficou retido 
anos atrás
 Vem aos poucos
e se compraz.

É fogo brando
que não se apaga,
um sopro antigo
que ainda embala,
no coração pulsa
sem demora,
revive o ontem,
ilumina a hora.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

PERIGO IMINENTE [ Miniconto ]



Ela entrou em uma rua escura,
tomada pelo medo e um tanto insegura...
A mínima luz que vinha da lua,
deixava inquieta a alma sua...

Mas não havia outro atalho,
e seu corpo banhado pelo orvalho...
Agora trêmulo e ofegante,
em passos longos e anelantes...

Não avistava o fim da ruela,
embora pequena e estreita aquela...
Era a travessa que ela temia,
seu acelerado coração pressentia...

Algum perigo iminente,
e tão logo ali à sua frente...
Viu-se totalmente indefesa,
como uma doce presa...
Perante vários homens...




  Cléia Fialho

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

QUE A POESIA ETERNIZE




Que vossas almas
descansem na paz merecida
Nas poesias que escreveram
o sentido da vida
Hoje e sempre
os poetas serão lembrados
Nas rimas do tempo
           
Em homenagem a todos
que a poesia eternize
A beleza das palavras
que nas almas sensibilize
Os poetas falecidos
estão em nossos corações
Seu legado persiste
na eternidade das estações.




  Cléia Fialho

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

NOITE ESCARLATE




Na noite escarlate, nossos corpos se encontram
Duas chamas ardentes, o desejo nos consome
Minha boca busca o calor dos teus lábios
 
Num beijo intenso, a luxúria se insinua
Tua voz sussurra segredos à minha pele
Cada palavra, um convite que me excita
 
Nossas mãos se entrelaçam, corpos colidem

Na escuridão, o prazer é a nossa guia.




  Cléia Fialho

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

DESEJOS SE CONFRONTANDO



Nos corpos, campo aceso,
de guerra e de emoção,
a paixão que não tem peso
inflama o coração.

Sussurros, suor e dança,
num toque que não se atrasa,
o querer ganha esperança,
na pele que se entrelaça.

Sem pressa, sem fronteira,
se entrega o ser voraz,
numa entrega verdadeira
onde o amor é sempre paz.

Desejos se confrontando,
sem dor, sem ferida ou dano,
é batalha se encantando
no calor de um gesto humano.




  Cléia Fialho

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A PROMESSA DO CREPÚSCULO



Sob o crepúsculo dourado, nos encontramos
Duas almas famintas, desejos se entrelaçam
Minha voz sussurra promessas no ar
 
Num encontro sensual, paixão a inflamar
Tua presença é como um magnetismo
Cada olhar, uma chama que me envolve
 
Nossos corpos dançam em harmonia
Na escuridão, o êxtase se dissolve.




  Cléia Fialho

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

SUSPIROS E ARREPIOS



Na pele, teus lábios
traçam um caminho
de suspiros e arrepios.

Teu toque acende estrelas
no silêncio do meu corpo,
e em teus braços me perco
como rio buscando o mar.

Entre carícias e murmúrios,
a noite veste nossos desejos
com véus de ternura e paixão,
enquanto o amor, em chama suave,
desenha poesia em nossas mãos.





  Cléia Fialho

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

ESTREITA TORRENTE



As lavas do meu vulcão
 Se derramam ao teu prazer
 Meu amante viripotente

 Com seu corpo rijo e quente
 Suas mãos ágeis e infalíveis
 Exploram minha estreita torrente

 Fazendo meus desejos estrondar

 Entre seus braços tão sensíveis.




  Cléia Fialho

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ACABO SEMPRE CEDENDO




Vai embora, bate a porta...
sai mundo à fora... 
amor sofrido, tesão bandido...

E você volta, com a cara deslavada
não aconteceu nada?!

E eu mais cretina e safada
aceito você de volta como sempre
Confesso: estou perdidamente 
apaixonada por você!

Mas um dia o feitiço vira contra o feiticeiro
e eu posso não te querer
Nem metade... 
muito menos inteiro!




  Cléia Fialho

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

VOCÊ MAIS EU



Você me provoca...
você me assanha
num beijo molhado
você me abocanha
Eita!... Paixão tamanha.

Eu te seduzo...
eu te abraço
te aperto entre as pernas
lascivo amasso
Eita!... Prazeroso corpaço.

Você me pega...
você me come
se farta em meu corpo,
saciando sua fome
Eita!... Amor luxuoso.

Eu me ofereço...
eu me entrego
trepar com você é gostoso
não nego
Eita!... prazer impetuoso.




  Cléia Fialho

domingo, 1 de janeiro de 2017

QUEM QUISER SABER QUEM SOU



𝐂𝐥𝐢𝐜𝐤 𝐞 𝐄𝐒𝐂𝐔𝐓𝐄 ♩ ♪ ♫ 

Quem quiser saber quem sou
Olha para o céu azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul
O lenço me identifica
Qual a minha procedência
Da província de São Pedro
Padroeiro da querência

Ó meu Rio Grande de encantos mil
Disposto a tudo pelo Brasil
Querência amada dos parreirais
Da uva vem o vinho
Do povo vem o carinho
Bondade nunca é demais

Berço de Flores da Cunha
E de Borges de Medeiros
Terra de Getúlio Vargas
Presidente brasileiro
Eu sou da mesma vertente
Que Deus saúde me mande
Que eu possa ver muitos anos
O céu azul do Rio Grande

Te quero tanto torrão gaúcho
Morrer por ti me dou no luxo
Querência amada, planície e serra
Dos braços que me puxa
Da linda mulher gaúcha
Beleza da minha terra

Meu coração é pequeno
Porque Deus me fez assim
O Rio Grande é bem maior
Mas cabe dentro de mim
Sou da geração mais nova
Poeta bem macho e guapo
Nas minhas veias escorre
O sangue herói de Farrapos

Deus é gaúcho de espora e mango
Foi maragato ou foi chimango
Querência amada, meu céu de anil
Este Rio Grande gigante
Mais uma estrela brilhante
Na bandeira do Brasil
A Alma Gaúcha em Versos: 
Uma Análise de 'Querência Amada'

A música 'Querência Amada', interpretada pela dupla Oswaldir e Carlos Magrão, é uma verdadeira ode ao Rio Grande do Sul, expressando um profundo sentimento de amor e pertencimento à terra gaúcha. A letra da canção é repleta de referências culturais e históricas que ressaltam a identidade do povo sul-rio-grandense, começando com a menção ao céu azul e ao grito de orgulho pelo estado. O uso do lenço, um símbolo tradicional gaúcho, serve como um marcador de identidade e procedência, ligando o indivíduo à sua terra natal.

A canção prossegue exaltando as belezas naturais e as riquezas culturais do Rio Grande do Sul, como os parreirais e o vinho, além de homenagear figuras históricas importantes, como Getúlio Vargas. A música também destaca a bravura e o espírito guerreiro do povo gaúcho, fazendo alusão à Revolução Farroupilha com a menção ao 'sangue herói de Farrapos'. A expressão 'Deus é gaúcho de espora e mango' ilustra a crença de que até mesmo Deus teria características gaúchas, evidenciando o orgulho regionalista.

Por fim, 'Querência Amada' é uma declaração de amor ao estado, onde o eu lírico declara que, embora seu coração seja pequeno, o Rio Grande do Sul é tão grandioso que cabe inteiro dentro dele. A música termina com a visão de que o estado é uma estrela brilhante na bandeira do Brasil, reforçando o sentimento de união e importância do Rio Grande do Sul para o país como um todo.