Na dança sutil da noite,
as sombras nos vestem de mistério.
Corpos se acham sem nome,
na febre muda do desejo.
as sombras nos vestem de mistério.
Corpos se acham sem nome,
na febre muda do desejo.
Pele e suspiro se confundem,
como música que arde sem som.
As mãos percorrem mapas secretos,
traçando delírios onde o tempo se desfaz.
Os olhos, brasas em tempestade,
declaram tudo sem dizer.
Os lábios se acham como sede,
beijando as fronteiras do limite.
Ali, onde a penumbra nos protege,
somos audácia e confissão.
O ar vibra com ecos profundos,
e a noite se curva — rendida.
Nada há além desse instante:
verso sem rima, verbo sem freio.
Dois corpos, uma alma:
prazer que desabrocha em silêncio.
❦
Cléia Fialho
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A noite sempre foi, é e sempre será, a maior musa para o amor. A noite é simplesmente afrodisíaca. Amei o poema.
ResponderExcluir.
Votos de Paz e Amor. Feliz domingo..
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Poema: “ És a flor mais bonita da natureza “ .
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La noche parece ser un buen escenario para ser el ambiente ideal para poemas cargados de sensualidad.
ResponderExcluirSaludos.